leiloes-de-casasFortalecidos pelo aumento na renda da população, os financiamentos imobiliários com recursos da poupança devem bater recorde este ano, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Essa modalidade de empréstimo está disponível para todas as faixas de renda, mas é mais usada pela classe média, pois pode financiar imóveis de até R$ 500 mil. A entidade espera que o volume financiado chegue a R$ 50 bilhões em 2010, sendo R$ 30 bilhões em financiamentos a aquisições e R$ 20 bilhões destinados à construção de novos empreendimentos. O número representa um aumento de 47% ante 2009 (R$ 34 bilhões), que já foi recorde. Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em 2009 corresponderam a 302.680 unidades – um aumento de 2,1% ante 2008 (quando o número chegou a 296.454 unidades). O estoque de crédito habitacional medido pelo Banco Central cresceu 142% nos últimos três anos, para R$ 86,39 bilhões. “Daqui para a frente, essa curva vai continuar acentuada”, afirmou o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, que atribuiu o novo recorde ao aumento de renda da população. “Os clientes das imobiliárias vão ganhando renda e decidem ir para um apartamento maior. Além disso, quem não tinha condições de comprar, passou a ter”, disse. LIMITE França ressaltou, porém, que, com o crescimento acentuado do crédito imobiliário esperado para os próximos anos, o mercado terá de buscar novas formas de financiamento. Se o desempenho continuar forte, os recursos do SBPE para a casa própria devem durar mais quatro ou cinco anos, segundo ele. Os financiamentos concedidos com recursos da poupança já vêm superando a captação líquida das carteiras no ano. Em 2009, a captação foi de R$ 23,8 bilhões – e o volume financiado de R$ 34 bilhões. A poupança ainda tem um saldo de R$ 250 bilhões, que financia os empréstimos. A previsão de crescimento da captação da poupança ao longo deste ano é de 10%, contra os quase 50% previstos para o aumento nos financiamentos.

 Fonte: Jornal do Commercio

Brasil Econômico, Natália Flach, 14/jan

A internet deixou de ser vista como uma ferramenta auxiliar na comercialização de imóveis. Para as construtoras, ela é hoje uma das principais plataformas de investimento e de rentabilidade. A Tecnisa, por exemplo, vai alocar este ano cerca de R$ 10 milhões em seu site, e ele deve responder por 40% das vendas totais da companhia.

Quando o portal foi ao ar, em 2001, ele era responsável por apenas 12% das vendas. “Hoje, há uma popularização da internet: são 68 milhões de internautas. E depois da lei Cidade Limpa [que proibiu outdoors e outros tipos de sinalização, em São Paulo, ela se tornou ainda mais importante para a comercialização de imóveis”, diz Romeo Busarello, diretor de internet da Tecnisa.

Em 2009, o portal teve 5 milhões de acessos e isso se converteu em 365 unidades vendi¬das. “Neste ano, queremos atingir 10 milhões de visitas”, conta o executivo, que não revela quantos imóveis a Tecnisa esti¬ma vender neste ano.

A companhia tem 40 corretores que se comunicam com os clientes via videoconferências, blogs, twitter e e-mail. E a novidade de 2010 fica por conta da possibilidade de os internautas acessarem o site pelo IPhone. “Com a câmera do celular, o cliente vai poder ir além. Ele poderá ver todos os empreendimentos da Tecnisa localizados na região em que ele estiver. Isso se chama realidade aumentada”, explica.

Além disso, entra no ar, ainda neste mês, um site colaborativo em que os clientes poderão dar ideias de como aprimorar os empreendimentos da construtora. “Brasileiros são muito participativos, por isso, vamos remunerar aquelas opiniões que consigam solucionar problemas, como o do racionamento de água nos condomínios. A iniciativa já é usada por empresas como Dell e Starbucks. ”

Busarello conta ainda que seis imóveis foram vendidos to¬talmente pela internet, em 2009, sem que o cliente tenha ido ao estande de vendas ou visto o apartamento decorado. “Até a escritura foi enviada pelo Sedex, não houve contato al-gum.” Eram investidores interessados na rentabilidade dos imóveis brasileiros.

É por isso que os sites da Cyrela não beneficiam apenas o comprador de imóveis. Gilson Hochman, diretor de vendas da companhia, diz que eles funcionam também como um portfólio da construtora para investidores estrangeiros. “Isso pesa na hora de eles decidirem comprar ações da empresa”, conta.

Investimento e retorno on-line

No ano passado, a companhia investiu R$ 1 milhão em seu site. O retorno foi positivo: o valor geral de vendas pelo pontocom, sónoRiodeJaneiroeemSão Paulo, atingiu R$ 252 milhões. Já em relação ao total comercia¬lizado pela Cyrela, as vendas on-line corresponderam a 25%. “Mas queremos que esse núme¬ro cresça neste ano”, diz.

O montante investido em mídia online também aumentou: passou de 7% para 8% dos recursos gastos em marketing. Isso representa 2% do valor geral dos empreendimentos que serão lançados pela construtora.

“A internet é o meio mais confortável para o cliente buscar informações sobre lançamentos. Mas o cruzamento de mídias ainda é muito importante. Ou seja, é essencial anunciar também em mídias tradicionais, porque assim o comprador adquire a vontade de conhece mais sobre aquele produto”, acredita Hochman. ■

MRV e Gafisa querem vender on-line também para a classe C

Não são só os clientes de padrão  único dia deste mês, tivemos  segmento de alto e baixo padrões mais elevado que usam a internet  3,5 mil acessos no nosso  – depois da compra da Tenda -, para realizar o sonho da casa  atendimento com corretores  atinge 220 mil acessos por mês, própria. O site da construtora  on-line. A classe C é uma  em média. E o portal representa mineira MRV, que atua no  grande usuária desta mídia.”  28% do total de vendas segmento de baixa renda,  “Neste ano, queremos que  realizadas pela companhia.

“É uma mídia mais barata e 100% mensurável, diferentemente de outras formas, como anúncios, jornais e revistas, afirma Eduardo Alves, gerente de  projetos da Gafisa. “Mesmo assim, a mídia ‘offline’ ainda é o carro-chefe.”A ideia é que este ano a empresa comercialize, pelo site, 40% a mais do que no ano passado. “Temos participação forte em redes sociais, ou seja, Orkut, Facebook. Mas queremos reforçar a parte de telefonia e de bate-papo com os clientes.” 

Atendimento e design são preocupações
 
Pela internet, o potencial comprador consegue ver todas as características do apartamento dos sonhos sem sair de casa. Mas com a mesma facilidade que ele entra em um site, elepode sair. É por isso que as imo¬biliárias têm investido muito na capacitação de seus atendentes on-line e no design de suas páginas. Afinal, a intenção é mantê-los conectados o maior tempo possível para que um simples clique se converta em compra.

A Lopes, por exemplo, vai investir neste ano R$ 4 milhões em treinamento dos profissio¬nais, na padronização do modelo de equipe e em mídia on¬line. “Estamos aprimorando nosso atendimento pela internet. Hoje, temos 35 equipes de corretores on-line espalhados pelo Brasil”, diz Roberto Nascimento, diretor de marketing e internet da imobiliária. “Em novembro, tivemos 1,5 milhão de acessos. Deste total, 40 mil entraram em contato com os nossos atendentes.”

O portal da companhia – que é o mesmo para todas as subsidiárias – respondeu por 10% das vendas efetivadas em 2009. “Mas, neste ano, queremos dobrar o número das vendas on-line”, revela Nascimento.

Com 20 mil imóveis na carteira, o site da Ética Imobiliária recebe 250 mil visitas por mês. Marlei Feliciano Júnior, diretor de operações da empresa, diz que neste ano as vendas pelo site devem atingir 31% do total, sendo que em 2009 a internet respondeu por 28,4% do total comercializado. “Vamos investir R$ 4 milhões em marketing em 2010. Deste total, cerca de R$ 500 mil serão alocados no site da companhia”, revela Feliciano Júnior.

Segundo o executivo, 11% dos internautas que acessam o site da imobiliária são da classe A, 36%, da classe B, e o restante, 53%, da classe C. Já no site da Abyara Brokers, entram em média, por mês, 90 mil potenciais compradores. Deste montante, cerca de 6% entram em contato com os atendentes on-line. E 5%, fecham contrato. Segundo Paola Alambert, diretora de marketing da companhia, a intenção da imobiliária é que haja um aumento de 10% a 15% das vendas pela internet, em relação a 2009.

“Do total da nossa verba de marketing, 70% é usada no site e no treinamento de corretores especializados”, conta Paola.

A executiva adianta que a Brasil Brokers, que é a holding da companhia, vai ter uma página semelhante para todas as suas subsidiárias. “Em 2010, vamos nos voltar para isso. Afinal, a internet é o futuro do mercado imobiliário.”

casa1Dezembro e janeiro são considerados meses fracos para o mercado imobiliário, principalmente por conta dos gastos do Natal e das férias, além das despesas de início de ano, como IPVA, IPTU e na volta às aulas. Mas, em 2010, o cenário está mudado, e a maioria das construtoras e imobiliárias comemora o recorde de vendas no último mês de 2009 e já nos primeiros dias deste mês.

Segundo especialistas, o quadro encontra-se bastante favorável com juros ainda menores — a partir de 4,6% ao ano —, prazos de pagamento ampliados, crédito farto e facilitação no financiamento. O reflexo também pode ser verificado no aumento de pessoas comprando o segundo imóvel comercial ou residencial para investir. Outra tendência: pessoas de fora que resolveram investir próximo dos locais onde serão realizados os Jogos Olímpicos — avenidas Abelardo Bueno e Salvador Allende, na Barra da Tijuca.

Segundo o diretor da Estrutura Consultoria Imobiliária, Fábio Mello, o momento é positivo para compra, porque hoje se consegue adquirir unidade de R$ 200 mil, com taxa de juros de 9% ao ano mais TR (Taxa Referencial).
“No passado, o percentual era de 13% ao ano mais a TR. Atualmente, o mercado oferece juros de 7,9% ao ano para casa de R$ 150 mil”, explica.

Mello ressalta que as taxas valem para unidades novas, na planta ou em construção. “A Concal, por exemplo, oferece imóveis a partir de R$ 120 mil, em Angra dos Reis, com financiamento da Caixa Econômica e taxa de juros 7,9% ao ano mais TR”, destaca.

O diretor acrescenta que imóveis adquiridos com recursos do FGTS não podem ser alugados no período de contrato. Os comprados com dinheiro da poupança podem e assim o proprietário obtem renda extra.

“Novembro e dezembro foram meses históricos de vendas, não só no mercado imobiliário. O povo brasileiro está com dinheiro”, diz o diretor de Incorporação da Living, braço econômico da RJZ Cyrela, Alexandre Calazans. Ele adianta que vai lançar 5 mil unidades neste ano no Rio: “Serão imóveis a partir de R$ 85 mil, com área de lazer completa”.
“É hora de comprar o imóvel”
Fonte: O Dia

guarda-movelAs malas já estão prontas. Mas os móveis não têm onde ficar durante a reforma da casa ou a longa viagem. Que tal armazenar todos os bens numa espécie de guarda-móveis? No mercado carioca, é possível encontrar lugares específicos para acomodar desde uma caixa com objetos de valor sentimental ou papeis de arquivo até a mobília de um imóvel inteiro. Os contratos são assinados sem tempo determinado, com valores entre R$ 170 e R$ 250 por 10 metros cúbicos ao mês – não estão incluídos aí os custos de transporte e embalagem, que podem custar de R$ 400 a R$ 900. É cobrada ainda uma taxa mensal de seguro de 1% sobre o valor total dos bens declarados pelo cliente.

Antes de fechar negócio, as empresas costumam fazer uma vistoria do conteúdo a ser armazenado. Se o volume de coisas for grande, normalmente, são necessários pelo menos dois dias para finalizar todo o processo. No primeiro, os objetos, móveis e eletrodomésticos são embalados. No segundo, é feito o transporte dos bens até o galpão. Na Stillo Mudanças, o limite mínimo de armazenamento na empresa é de 5 metros cúbicos e, para cada item, há um tipo específico de embalagem, explica o proprietário, Michel Crespo. Quando o proprietário quiser seus pertences de volta, a taxa de entrega, incluída a montagem de móveis, é de R$ 800.

“Temos clientes que armazenam desde algumas caixas até uma empresa inteira, com 150 metros cúbicos de objetos. Não há limite máximo de armazenamento por cliente. Depois de feita a vistoria e o inventário dos bens, nós embalamos todos os produtos, com papel seda, ondulado, plástico-bolha, caixas-cabides e caixas-triplex. Depois, todo o material é transportado para um box ou lote individual. Os objetos ficam suspensos por estruturas de madeira para evitar o contato com a umidade do piso e, dependendo do tempo de permanência, são dedetizados e abertos de seis em seis meses”, diz Michel Crespo.

Depois da primeira mensalidade, o cliente não precisa mais pagar o mês cheio, caso não vá precisar do serviço por esse prazo, podendo negociar por diárias ou semanas. Na Top Quality Mudanças, empresa aberta há três meses, com cinco galpões para armazenagem, o processo é bem parecido. No entanto, de acordo com Ricardo Florenço, do departamento de marketing, o valor cobrado é por um mínimo de 10 metros cúbicos ao mês, podendo também ser negociado o prazo após a primeira parcela. O valor do transporte e embalagem varia pelo volume de bens a serem guardados e pelo bairro. Na entrega, é cobrada uma taxa de R$ 500 para transporte e montagem dos móveis.

QUEM PROCURA O SERVIÇO? – Os serviços de guarda-móveis são procurados por quem vai reformar aa casa, realizar viagens de longo período ou está de mudança. Segundo o diretor da Guanabara Mudanças e Guarda-Móveis, Antônio Leal, com o aumento da venda de imóveis, o número de clientes cresceu bastante. “Com o boom do mercado imobiliário a venda de imóveis cresceu bastante, mas há clientes, que mesmo depois de fechar negócio, ainda assim não conseguem encontrar o seu novo apartamento e por isso procuram um espaço específico para guardar os seus bens”, explica o diretor.
Se você precisa de um lugar para guardar sua mobília e objetos, no Rio de Janeiro, saiba onde encontrar o serviço de guarda-móveis:

Guanabara Mudanças e Guarda Móveis
Preço: R$ 20 o metro cúbico.
Mínimo exigido em contrato: 10 metros cúbicos
Mais informações: Rua do Catete, 247 – Rio de Janeiro – RJ – Tel: 21 2558-6922

Stillo Mudanças
Preço: R$ 25 o metro cúbico
Mínimo exigido em contrato: 5 metros cúbicos
Mais informações: Rua maba, 264, Rio de janeiro – RJ, – Tel: 21 3448-4395

Top Quallity
Preço: R$ 17 o metro cúbico
Mínimo exigido e contrato: 10 metros cúbicos
Mais informações: Rua do Bonfim, 251 – São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ – Tel: 21 3895-9295
Fonte: O Globo

cozinha1Já se foi o tempo em que, para reformular a cozinha, era preciso enfrentar um desagradável período de reforma e muita sujeira dentro da casa  só para trocar os azulejos.

Atualmente, existem no mercado produtos específicos para este cômodo  como de tintas para revestir o azulejos , os quais, além da praticidade, diminuem os gastos na hora de mudar a cara da cozinha, já que são bem mais baratos do que comprar azulejo, contratar mão-de-obra especializada, além dos materiais necessários para a reforma (cimento, pá, máquina de corte, entre outros).

 

Como Pintar Azulejo

Marteirai Necessários:

Thinner
Pinceis e Trinchas
Rolos
Lonas plásticas
Panos
Tinta para azulejo

 

azu11. Limpe a superfície a ser pintada, deixando-a totalmente livre de gordura, ferrugem, restos de pintura ou pó.

azu22. Deixe a superfície totalmente limpa e seca, antes de aplicar o produto.

azu3.3. Aplique a tinta sobre o azulejo, começando pelos cantos, batentes e detalhes. Continue por toda a área.

azu44. Não pare a pintura no meio por muito tempo. Assim você evita emendas e possíveis diferenças de tonalidade.

 
CONDIÇÕES DE TEMPO IDEAIS:

Não aplique o produto com temperatura ambiente inferior a 10ºC e superior a 35ºC.
Não aplique o produto sobre áreas onde o sol estiver incidindo.
Evite aplicar o produto em dias sujeitos a chuvas, com muita umidade.
 

LIMPEZA DO MATERIAL UTILIZADO :

Tão importante quanto a escolha do material é a limpeza do mesmo após o uso.
Limpe o material com aguarrás ou thinner.
Seque todo material para guardar.

fonte: C&C