réveillonA decoração para o  réveillon nos dias de hoje você pode decorar, ornamentar e criar mesas usando a criatividade e objetos encontrados dentro de casa.
O tamanho da mesa não é muito importante o que vale é a sua imaginação na hora de arrumar, Itens como velas, flores, almofadas, toalhas, talheres, copos, guardanapos compõem a ceia  de fim de ano com mesa arrumada.
Você pode fazer uma mesa principal para ter apenas os enfeites e outra mesa pode ser composta com os pratos de acordo com a refeição, copos específicos para cada bebida, guardanapos.
Para o réveillon, o branco predomina, nas toalhas utilizadas quanto nos talheres, copos e pratos. Componha a sua mesa com muito brilho e cores. Pois as cores enriquecem sua mesa.
Veja algumas idéias para sua mesa ficar mais linda.

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O significado das cores no ano novo:
Branco
Traz paz e sorte, mas também carências afetivas é indicado para pessoas estressadas e agitadas.
Azul
Traz novas amizades, calma, tranqüilidade, prosperidade, equilíbrio e harmonia familiar.
Verde
Sorte, esperança, saúde física e mental e renovação espiritual. O verde aumenta a confiança, melhoria financeira e diminui o estresse.
Rosa
O amor verdadeiro, romantismo. Atrai felicidade afetiva e simpática. Perfeita para as românticas, meigas e tímidas.
Vermelho
Para aquelas que estão à procura do par perfeito, traz a paixão. Está associada à coragem, à iniciativa para se realizar e é indicada para quem quer se apaixonar.
Violeta e lilás
É a cor da energia e da verdade, sucesso intelectual e ajuda a superar as carências afetivas.
Amarelo
É a cor do dinheiro, da alegria e da riqueza. Simboliza o sol, a fecundidade e a fortuna.
Laranja
Atrai sucesso e alegria, eleva a auto-estima, espanta a depressão e desperta o otimismo.
Marrom e bege
Estimulam as atividades profissionais para aquelas que desejam uma promoção.
Preto
Evite na noite de réveillon, atrai tristeza, depressão, carências afetivas e energias negativas.
Dourado
Proteção divina, destaque na profissão e sucesso material.

Mais R$ 69 bilhões para a casa própria no ano que vem

anel1Quem colocou a compra da casa própria na lista de planos para o Ano Novo tem boas oportunidades de realizar esse sonho em 2010. Além de contar com uma oferta maior de imóveis de dois dormitórios (mais baratos que os de três e quatro quartos, que antes eram maioria entre os lançamentos), os futuros mutuários também poderão dispor de nada menos que R$ 69 bilhões para financiar seus imóveis.

Este é o volume de recursos estimado para o crédito imobiliário em 2010 – um recorde absoluto, se confirmada a expectativa do mercado. O valor representaria um crescimento de 23% em relação à oferta de crédito verificada em 2009 (que pode atingir a marca de R$ 56 bilhões até o fim do ano) e engloba os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Para 2010, o orçamento do FGTS destinado à habitação já foi fixado em R$ 24 bilhões, o mesmo montante reservado para 2009. A verba do Fundo, operada majoritariamente pela Caixa Econômica Federal, pode ser usada para aquisição de imóveis de até R$ 130 mil. Quem busca um imóvel nesta faixa mas tem renda superior a 10 salários mínimos e, portanto, não pode se valer dos recursos do FGTS, pode ficar tranquilo pois haverá dinheiro de sobra nas linhas de financiamento com recursos da poupança. Nesta modalidade, disponível também para quem quer algo com valor superior a R$130 mil, a Caixa enfrenta uma concorrência mais forte dos demais bancos. E é justamente neste nicho que a oferta de crédito imobiliário deve apresentar um crescimento mais expressivo no ano que vem. “Os financiamentos do SBPE devem somar R$ 45 bilhões em 2010”, prevê Luiz Antônio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

 Em 2009, a projeção é atingir a marca de R$ 32 bilhões. A perspectiva de crescimento de 5% da economia brasileira em 2010, a retomada da geração de empregos, o aumento da renda e a alta confiança do consumidor no futuro embasam, em boa medida, a previsão feita pelo presidente da Abecip. Mas França também se ancora no apetite dos bancos para justificar sua estimativa. “O crédito imobiliário é uma das modalidades mais atrativas para as instituições financeiras hoje em dia, por ter o imóvel como garantia do financiamento, baixa inadimplência e ser uma importante ferramenta de fidelização do cliente a longo prazo”, afirma. GANHA O COMPRADOR – Com o crédito imobiliário no radar dos bancos, quem se beneficia é o consumidor. “A disputa pelo cliente vai ficar mais acirrada, o que pode fazer com que os bancos pratiquem taxas menores ou facilitem o acesso ao crédito”, avalia Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

Mas ainda que a maior expansão do crédito venha a ocorrer entre os financiamentos com recursos da poupança, destinados à compra de imóveis que custem mais de R$ 130 mil, isso não significa que vá faltar dinheiro para quem quiser adquirir uma casa mais barata. Os R$ 24 bilhões previstos no orçamento do FGTS para 2010 devem ser mais do que suficientes para atender a demanda. Em 2009, quando foram orçados os mesmos R$ 24 bilhões, a Caixa havia emprestado apenas R$ 14,9 bilhões até 30 de novembro. Para 2010, a expectativa é que a procura por este tipo de crédito aumente, em função do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, que subsidia o financiamento de imóveis de até R$ 130 mil. Mas a Caixa Econômica Federal, que opera os recursos, garante que, se necessário, é possível aumentar a verba para o projeto. AS LINHAS – Financiamentos com recursos do FGTS – Imóveis novos de até R$ 130 mil Quem quer financiar um imóvel novo neste valor pode participar do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, desde que a renda não ultrapasse 10 salários mínimos. Para quem ganha de 0 a 3 salários, o valor da prestação vai ser de R$ 50 ou 10% da renda e é preciso se cadastrar na prefeitura para ter acesso ao imóvel. Já quem ganha de 4 a 10 salários, pode comprar o imóvel direto da construtora. Os juros variam entre 5,12% e 8,47% ao ano. Financiamentos com recursos do FGTS – Imóveis usados de até R$ 130 mil. Neste caso, não é possível entrar no programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, mas o teto salarial também é de 10 salários mínimos. Os juros são os mesmos do programa, mas é necessário dar entrada de pelo menos 10% se o financiamento durar mais de 20 anos. FINANCIAMENTO COM RECURSOS DO SBPE – Imóveis novos e usados, que custem entre R$ 130 mil a R$ 500 mil É preciso dar entrada de pelo menos 10% do valor do imóvel, os juros partem de 8,9% ao ano e, na maioria dos bancos, o valor da parcela não pode ultrapassar 25% da renda mensal familiar. Imóveis de valor superior a R$ 500 mil. Os financiamentos são com recursos livres de mercado.

publicado em 18/12/2009 às 17:38 por Carolina Dall’olio | Fonte: Jornal da Tarde

cartão natal001Essa e uma tradição quase  em extinção, há quem continue ainda hoje a escrever e a enviar todos os anos postais de Natal aos familiares e amigos. Para além de ser uma alegria receber um postal natalício pelo correio, este pode ser uma decoração de Natal como qualquer outra! Mesmo que hoje não receba muitos postais, resgate os de anos anteriores do fundo dos baús e utilize-os nesta época festiva.
1. Se tiver muitos postais antigos, transforme-os em peças de origami – bolas, estrelas, caixas – que podem servir de apontamento decorativo no pinheiro de Natal ou exibidas um pouco por toda a casa.
2. Com uma estrutura própria, em ferro ou papelão, crie uma árvore de Natal feita exclusivamente com os seus postais natalícios.
3. Faça um pequeno furo no canto de cada postal e passe uma bonita fita de cetim pelo mesmo. Agora, os postais de Natal estão prontos para decorar a árvore ou para serem pendurados nos puxadores das portas.
4. Coloque os seus postais de Natal mais bonitos em molduras e disponha-as numa parede da sala, da entrada ou do corredor, qual exposição natalícia.
5. Se a ideia de transformar os seus postais de Natal em ornamentos não lhe agradar, nada como exibi-los com pompa e circunstância sobre uma qualquer superfície – peitoris de janelas, mesa do hall de entrada, aparador da sala de jantar ou sobre a lareira.

 

 

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chaves1Foi um ano difícil: 2009 deixou sua marca na história da economia e um peso no bolso dos consumidores. Bancos quebraram, bolsas caíram, moedas se desvalorizaram. Mas a palavra-chave do ano da crise certamente foi “crédito”. E o consumidor sabe muito bem o porquê. Receosos, os bancos seguraram os recursos e as condições daqueles que ainda concediam empréstimos (juros altos e prazos curtos) afastaram os consumidores, também receosos em comprometer a renda em tempos incertos.

Porém, já a partir do segundo semestre, a melhora do quadro econômico, a queda das taxas de juros e ampliação do crédito elevaram a confiança do consumidor, que foi às compras para adquirir principalmente bens duráveis – que dependem do crédito – e, alimentando novamente o ciclo, fez que a oferta de crédito aumentasse ainda mais. “A confiança é um elemento importante na hora de o consumidor tomar crédito. Quanto mais confiante está o consumidor, maior a disposição dele para entrar em financiamentos de longo prazo”, explica o gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi.

E é a confiança que fará crescer, vertiginosamente, uma linha de crédito que não teve espaço neste ano: o imobiliário. “Como a confiança foi restabelecida ao longo do segundo semestre, acredito que neste ano não houve tempo hábil para que essa melhora consistente conseguisse produzir seus efeitos plenos”, afirma Rabi. Ele explica que a última etapa da recuperação da confiança é quando há impactos no mercado imobiliário. O que deve ocorrer em 2010.

A vez do crédito imobiliário
Para o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) Marcel Solimeo, 2010 será certamente o ano do crédito imobiliário. “Em termos relativos, é o crédito que deve se expandir mais, não só por causa dos incentivos à construção civil, mas também porque a base é muito baixa”. Isso significa que, de maneira geral, o crédito imobiliário não alcança 2% do total do PIB. Dessa forma, o espaço para ampliação dessa modalidade existe – e é vasto.

E não é só isso. Solimeo explica também que, com o retorno de um cenário econômico favorável e devido às lições deixadas pela crise econômica, muitas pessoas estudam diversificar os investimentos e o imóvel é uma alternativa. “Com isso, você vai ter uma oferta de recursos também para atender a essa demanda, que será maior”, explica.

Para Rabi, é natural que o próximo ano seja o do crédito imobiliário, uma vez que, neste semestre, os consumidores se voltaram ao crédito para compra de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e veículos. “Vamos chegar a essa fase na qual a recuperação deva atingir de forma mais forte o setor imobiliário”.

Segundo ele, de maneira geral, o crédito ao consumidor crescerá. Porém, o financiamento habitacional se sobressairá dentre as demais modalidades. Dessa forma, em 2010, eletros e veículos perderão um pouco de espaço para o crédito imobiliário. “Não que [o crédito para aquisição de] automóveis e eletros caia, vai crescer, mas não vai ter um crescimento tão bom como o do segundo semestre deste ano. Acho que o crescimento bom do ano que vem virá do crédito imobiliário”, ressalta Rabi.

Solimeo calcula que o crescimento do crédito ao consumidor de maneira geral deve ser em torno de 15% a 20%. “Percentualmente, o crédito imobiliário pode crescer até mais de 50%, mas ainda é um volume inexpressivo”, completa.

Fonte: InfoMoney

03/12/2009

nitO mercado imobiliário de Niterói encerra 2009 com balanço positivo. Foram mais de 2,7 mil unidades, construídas em 376 mil metros quadrados, com negócios em torno de R$ 900 milhões. Isso mostra que, mesmo diante da crise econômica mundial, o setor sofreu impacto menor do que o previsto, já que o desempenho do ano passado superou por pouco o deste – em 2008, o valor de venda alcançou R$ 1 bilhão e gerou 32 mil empregos. Os números fazem parte do balanço do setor na cidade, anunciados ontem pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário de Niterói (Ademi-Niterói), em almoço de confraternização em Pendotiba, que contou com a presença de cerca de 100 empresários do setor, além de representantes do mercado da construção civil e do governo municipal.

O presidente da Ademi, Joaquim Andrade, comentou sobre o desempenho do setor no Leste Metropolitano e as expectativas para 2010. “Depois de um segundo semestre turbulento em 2008, o ano de 2009 para a construção civil em Niterói foi muito além de nossas melhores expectativas. Os números do setor são promissores, e, acredito que em 2010 serão melhores ainda”, explicou Joaquim, acrescentando que o setor pagou, em 2009, R$ 25 milhões de ITBI e R$ 8 milhões em ISS à Prefeitura.

Ele lembrou, ainda, que o objetivo da Ademi-Niteroi é atender não apenas ao mercado de Niterói mas o das cidades vizinhas, como São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, mas que, para isso, é necessário que o poder público viabilize a expansão dessas cidades com a melhoria de infraestrutura, transporte e saneamento.

Homenagem – Durante o evento, foram homenageados o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Niterói, Roberto Cury, e o representante do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e do Mobiliário de Niterói, Edmilson da Costa.

Mudanças para alavancar setor

Vice-presidente de relações internas da Ademi e presidente da construtora Scon, José Carlos Monteiro André, lembrou que a associação está negociando com a Prefeitura a mudança da legislação do Centro para atrair ainda mais investidores para o local. “É necessário rever a legislação do Centro de Niterói, além de melhorar a infraestrura, porque demanda existe, mas do jeito que está é muito complexo construir no local”, disse.

Já o vice-presidente de relações externas e presidente da construtora Soter, Fernando Policarpo, disse ainda que os incentivos do governo ao setor com mais linhas de crédito e juros menores estão fazendo com que as classes C e D possam realizar o sonho da casa própria. O presidente da Patrimóvel-Niterói e conselheiro da Ademi, Plínio Serpa Pinto, destacou os lançamentos da cidade em áreas, como Centro, Gragoatá e Charitas.

“Esse foi um ano de ouro para o mercado imobiliário de Niterói. Podemos destacar o investimento em áreas, como Gragoatá, Centro e Charitas, que estavam há muito tempo esquecidas pelo setor. Além disso, a construção de empreendimentos comerciais começa a ganhar novo fôlego com alguns lançamentos que visam a suprir a necessidade da cidade, tanto no Centro como na Zona Sul”, disse.

Fonte: O Fluminense

tintasSe você quer fazer uma transformação na sua casa sem ter que mudar móveis, tapetes, cortinas, é hora de repaginar as paredes.
 E para isso não é preciso gastar uma fortuna, com algumas latas de tinta e um pouco de criatividade, sua casa pode sofrer uma transformação radical.
Uma das tarefas mais difíceis é escolher a cor certa da tinta para pintura. Todas as cores são bem-vindas, desde que tragam harmonia ao ambiente. Confira algumas orientações que podem ajudar.

Escolher a tinta apropriada não é complicado, mas existem algumas nuances perigosas. É importante saber qual o tipo de superfície que deseja pintar, o desgaste e o aspecto final que deseja obter. Por isso antes de você sair pintando a sua casa, é bom  testar a cor.  Compre  uma pequena amostra da tinta e pinte um pouco da parede, não confie apenas nas cores dos catálogos, elas são semelhantes ao resultado final, mas tudo varia com a luz que incide sobre a parede pintada. Pintem cerca de um metro quadrado de uma das paredes da divisão e deixe secar, pois a cor tende sempre a ficar mais escura depois de seca. Posteriormente, observe durante o dia, e à noite, com iluminação artificial, para verificar se a cor ficou como o resultado esperado.
 Quando falamos em mudar a nossa casa, pensamos logo em iniciar pela sala, realmente e um  ponto chave da casa.  Sendo este um lugar acolhedor, ideal para reunir toda a família e receber as visitas.Por isso prefira as cores mais vibrantes e alegres. Evite usar cores fortes juntas. Se pintar uma parede usando uma cor forte, compense as outras com uma cor mais clara. Aposte também na composição de tons, utilize apenas uma cor e varie seus tons mais claros com os mais escuros. Podemos ver isso na foto abaixo.

sala monocromaticasala amarela

Os quartos, são ambientes de descanso e relaxamento, por isso pedem cores mais suaves e tons pastéis. O branco é a opção mais tradicional, mas pode ser misturado a cores leves. As paredes claras facilitam a combinação com outras cores e ressaltam os objetos de decoração.
A pintura da cozinha precisa passar a idéia de limpeza, mas não precisa ser sem graça. Detalhes em cores fortes como vermelho, laranja e amarelo tem efeito estimulante. A cozinha fica ainda mais viva se receber bastante luz natural.
Na pintura de banheiro, fuja das cores escuras. O branco transmite uma sensação de higiene, mas não é a única alternativa.
Os cômodos usados como local de estudo ou trabalho precisam ser bem iluminados, evite cores escuras ou berrantes.
Se você ainda tiver dúvidas, as lojas especializadas já contam com recursos que podem facilitar a escolha. Além dos catálogos de cores, existem simuladores onde o cliente pode criar diferentes combinações de cores para paredes de qualquer cômodo.

banheiro branco
Mesmo assim  se restar indecisão opte por uma cor simples e calma. O azul ou lilás em tons mais claros é ótimo para criar um local calmo, e nada como uma casa calma para acompanhar uma vida harmoniosa. Mesmo que o azul  ou lilás não seja a cor favorita, é quase sempre uma cor segura, e agradável aos olhos de um homem e de uma mulher. Na realidade é a cor mais consensual, considerando que o branco não é verdadeiramente uma cor.
Agora só que pesquisar bem nas lojas de tintas e mudar completamente a cara da sua casa.

quarto azul