111130/11/2009

Depois de passarem um tempo esquecidos, diante da exuberância dos mercados acionários, os imóveis voltaram a atrair a atenção dos investidores, na medida em que as altas deste ano nas bolsas parecem limitar as possibilidades de ganhos para o futuro.

Entre os motivos que recomendam os imóveis como opção de investimento estão a perspectiva de aumento da renda da população e a retomada de um crescimento mais consistente da economia já no próximo ano, que alavancam a demanda, a redução de juros vista esse ano – que limita os ganhos dos fundos de renda fixa – e a vinda da Olimpíada e da Copa do Mundo para o Brasil, o que vai favorecer a valorização dos imóveis.

De acordo com Alexandre Fonseca, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o reaquecimento deste segmento começou em 2006 e foi potencializado com a crise, que aumentou a desconfiança em relação ao mercado acionário por parte de investidores menos propensos a riscos.

Fonseca argumenta que investir em imóveis comerciais é o jeito mais prático para ingressar neste ramo, especialmente porque a empresa locatária cuida de toda a parte burocrática e há mais flexibilidade na hora de mudar de inquilino, por conta da procura maior do que a dos imóveis residenciais. Segundo ele, o rendimento em algumas locações chega a 1% ao mês, taxa que não é obtida na maior parte dos fundos de renda fixa e muito menos na poupança – sem falar da valorização patrimonial.

Em março, a Calçada Construtora e a Montserrat ergueram o centro comercial Vision Offices na avenida Abelardo Bueno, entre os bairros de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, num investimento de cerca de R$ 40 milhões. As 398 unidades foram vendidas no lançamento.

Matos ressalta que adquirir imóvel comercial é uma boa forma de investimento tanto para quem acredita no potencial de valorização da região, quanto para o poupador. “Durante as obras, pode-se entrar com R$ 10 mil de entrada, pagar parcela de R$ 300 durante 24 meses. Depois, paga-se uma prestação entre R$ 600 e R$ 800, o que já dá para ser financiada com o aluguel da sala. É o perfil de quem não quer comprometer renda, e ainda complementá-la.”

Apesar de boa perspectiva de ganhos, especialistas consideram o investimento, em relação às opções de renda fixa, relativamente ousado, especialmente para pessoas físicas. Eles listam, entre os percalços, a alta tributação e a baixa liquidez.

Fonte: Jornal do Commercio

21

A economia brasileira está em plena recuperação, as montadoras colecionam recordes de venda e os preços dos imóveis estão em alta. Esses fatores não recomendariam aumento das isenções fiscais, como as anunciadas pelo governo esta semana para os carros flex, a prorrogação de redução de IPI para materiais de construção e isenção total para os móveis. Segundo o economista Joaquim Elói Cirne de Toledo, as vendas de carro estão explodindo e a construção residencial tem o programa Minha Casa, Minha Vida: – Está mais do que na hora de tirar os estímulos para aquisição de veículos. O BC já se preocupa com o crescimento rápido.

O economista Paulo Levy, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), também afirma que o ideal é abrir espaço para o investimento crescer. O estímulo ao consumo por isenções e crédito, fará a economia rapidamente bater no teto da capacidade.

- E o investimento vai adicionar mais demanda na economia.

Pode obrigar o Banco Central a rever, ainda que de forma transitória, a política monetária (atualmente, o BC está mantendo a taxa de juros). Para Levy, o objetivo da prorrogação de IPI para os carros flex é mais uma política ambiental que econômica.

Alexandre Maia, economistachefe da GAP Asset, vê “sinais abundantes de uma recuperação forte em curso”. E, no ano que vem, a economia deve acelerar ainda mais com o efeito defasado da queda da Taxa Selic, que passou de 13,75% ao ano em dezembro de 2008 para 8,75%.

- A discussão sobre os estímulos já deveria ter mudado de direção. Há risco de desequilíbrios, como inflação e problemas na balança comercial, com alta de juros.

Para Cirne de Toledo, a situação do Brasil é bem diferente da de países como a Espanha, que está em recessão: – E o desempenho fiscal não é dos melhores. Não consigo de forma alguma achar razoável essa medida no Brasil. Se estivéssemos na Espanha… Houve uma mudança de postura na política fiscal do governo, aquecendo a economia pela via fiscal. A crise eliminou a resistência a esse tipo de política.

Fonte: O Globo

26/11/2009

Guilherme Osborne e Andrea Duarte - Sala de Cinema REDApós anunciar a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para linha branca e setor automotivo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira, 25, a redução de IPI para o setor de móveis e a prorrogação da redução para material de construção civil. Com a medida, o governo arrecadará R$ 217 milhões a menos.

Segundo Mantega, o incentivo para móveis valerá até 31 de março e para a construção até junho de 2010. Entretanto, Mantega informou que o IPI mais baixo para este setor dos materias de construção será mantido até o fim de junho do ano que vem. “A alíquota do IPI cairá a zero para móveis de plástico, madeira, aço e ratan. Painéis de madeira também terão alíquota zero.”

Mantega afirmou que o setor de móveis depende muito das exportações e que o governo considerou apropriado impulsionar as vendas destes produtos. Para Mantega, o consumidor deve aproveitar o 13º salário para comprar móveis mais baratos. Segundo o ministro, a desoneração na construção civil custará R$ 686 milhões e em móveis R$ 217 milhões. (Com agências)

Fonte : Revista ZAP

*por Diego Maia,

 

marc-salem-bio-picO americano Marc Salem é um tipo de detector de mentiras humano. Depois de temporadas na Broadway e em Londres, ele vem ao Rio no dia 8 de dezembro para apresentar o show “Mind Games” no teatro Oi Casa Grande, no Leblon. Eu já garanti meu ingresso!
No show, ele desafia o público a mentir – e desmascara. “Quem mente evita olhar nos olhos ou olha muito fixamente”, comentou.
Imagina se todos os supervisores e gerentes dominassem esta técnica? Vendedores com o hábito de enrolar ou mentir seriam descobertos, bem como aqueles que fazem corpo mole e inventam mil desculpas para justificar uma não venda ou o não atingimento de metas. E, assim, abririam espaço no mercado para pessoas mais preparadas e mais bem intencionadas.
 Imagina se os vendedores dominassem esta técnica? Descobririam as técnicas dos compradores e, melhor, saberiam identificar o real significado de um “vou pensar”, “vou falar com  meu marido” ou “volta semana que vem”.
 Você sabia que 93% do que comunicamos é de forma não verbal? Pela linguagem não verbal ou linguagem corporal, é possível se expressar mais do que só com palavras. Por isso prestar atenção nos detalhes é fundamental. Selecionei algumas dicas do Marc Salem para quem quer identificar se o que o interlocutor está falando é mentira ou verdade. Valem tanto para vida profissional quanto para a vida pessoal. Lembre que esta técnica requer muita sensibilidade. Nem sempre quando estamos de braços cruzados estamos mentindo. Mas mostra uma tendência…
 Você sabe quando alguém está mentindo quando…
 
1 – Pede para repetir a pergunta;
2     2 – Coça o queixo, a orelha, o nariz ou a bochecha.
3     3 – Transfere o peso de um é para o outro.
4     4 – Fala muito mais rápido que seria o normal.
5     5 – Mantém os punhos fechados e braços cruzados.
6     6 – Limpa a garganta.
7 -   7 – Quando toca na boca ou tapa a boca.
8 – Quando coça com o dedo a parte de traz do pescoço (lado direito)
Em seus argumentos de vendas e atendimento, leve estes tópicos em consideração e se policie para não fazê-los. O feitiço pode virar contra o feiticeiro…
O que você acha? Qual o seu ponto de vista? Comente!
Aguardo seu retorno.
Bons Negócios,

87470Chegou a hora de decidir o que fazer com o 13º salário, um dinheiro muito bem-vindo numa época tão cheia de despesas… A vontade que se tem é de gastar tudo em um monte de presentes e pequenos luxos, não é mesmo? Mas esta não é a opção mais sábia. Veja, a seguir, algumas dicas para usar bem o seu 13º salário.

Pague as dívidas

 Os especialistas em finanças pessoais são unânimes: para quem está endividado, a melhor destinação deste dinheiro é pagar as dívidas. Mesmo que não seja possível quitar todas elas, escolha primeiro as mais caras, como as do cheque especial, de financeiras e dos créditos rotativos de cartões de loja e de crédito.

 Lembre-se das despesas de janeiro

Se não tiver dívidas para pagar, ou se sobrou algum dinheiro, antes de sair gastando, é bom lembrar que depois de dezembro vem janeiro, o mês dos “Ih”, na bem-humorada concepção do professor de Finanças Fabio Gallo. “Janeiro é o mês dos Impostos: IPTU e IPVA, de escola (material escolar e uniformes) e do ihhh, não tenho mais dinheiro…” Segundo Miguel Ribeiro de Oliveira, da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), estudos mostram que o salário de janeiro tradicionalmente só consegue pagar metade das despesas do mês. Motivo pelo qual, se a pessoa não quiser começar o ano endividada, ela deve ser previdente e reservar uma parcela do 13º para estas despesas extras.

Adiante prestações

Ainda assim sobrou dinheiro? Então veja se não tem nenhuma prestação pela qual está pagando juros. Se tiver, uma boa providência será adiantar o pagamento destas parcelas, porque, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, neste caso o consumidor terá direito à redução proporcional dos juros e demais acréscimos.

“Normalmente nenhuma aplicação financeira consegue ser maior do que os juros de uma dívida, por isso a pessoa deve preferir quitar dívidas a fazer aplicações que rendam menos”, ensina Ribeiro de Oliveira.

 Faça um pé-de- meia

E se, para você, o céu estiver de Brigadeiro – nenhuma dívida e dinheiro sobrando -, não será a hora de começar um pé-de-meia? Segundo Louis Frankenberg, do Instituto Brasileiro de Certificação dos Planejadores Financeiros (IBCPF), 85% de brasileiros não têm nenhuma reserva financeira.

“Mesmo que seja pouco, é importante que a pessoa guarde uma parte do seu salário, para que não comprometa seu patrimônio em um momento de necessidade.”

Para quem vai usar o 13º para começar uma poupança com até R$ 5 mil, é melhor procurar a caderneta a fim fugir das altas taxas cobradas de quem tem pouco capital. Para quantias maiores, já começa a valer a pena pesquisar fundos de investimento que cobrem taxas de administração até 2,5% ao ano.

Mas não deixe de reservar também um pouco do seu 13º salário para as alegrias da vida. Afinal, com as contas em ordem, dá para comemorar muito mais, não é mesmo?

fonte: economia.uol.com.br

natals1

 

 

No mês de Novembro, as pessoas iniciam sua decoração de Natal. Enfeitando as suas casas, varandas, vilas e etc. O Natal é uma data comemorativa, que sempre e muito festejada no Brasil.

 

Claro que nessa decoração o que não pode faltar é a árvore, pois é lá que as crianças  guardam os presentes que vão dar para amigos e familiares. Cada um tem o costume de  enfeitar de uma maneira, mas uma coisa que não pode faltar em uma árvore de Natal, é a estrela que fica bem em cima.

 

 

Outra coisa que é muito comum e a cada ano que passa vem aparecendo mais é a guirlanda que fica pendurada na porta. Alguns desses enfeites de natal as pessoas podem fazer em casa mesmo, pagando pouco e elas ficam lindas, tudo vai depender da criatividade que tiver. Aqui podemos ver vários tipos. Qual combina mais com sua casa? Num próximo post, vou mostrar como podemos montar uma guirlanda linda.

Guirlanda Balasnatalnatal1guirlanda_de_rolhas_natalnatal2

Todo mundo sabe que nessa data comemora o nascimento de Jesus, sendo comemorado no mundo inteiro, por isso nada de deixar passar em branco, use sua criatividade, chame familiares e amigos para dar um toque todo especial na sua decoração para que ela fique com cara de um ambiente de amor, fraternidade e alegria.

Obras públicas e privadas em todo o estado vão abrir 100 mil novas vagas. Saiba como se candidatar a uma delas

O Rio virou um canteiro de obras e se prepara para um futuro de muitas promessas. Empregos, comida na mesa e casa própria são as esperanças de quem está colocando a mão na massa e transformando projetos do papel em construções de cimento, areia e pedra. Vagas fora da capital e abertura de novas empresas turbinam o crescimento do estado e capacitação está na agenda de companhias antes mesmo de contratarem.

No curso de Encanador Predial, Antônio Miranda, Vinícius Quadros e Cid Pereira se preparam para o futuroPara fazer parte dessa onda, não é preciso ter experiência, nem preparação, mas os melhores cargos e os salários mais altos ficam com quem se empenha em estudar mais e trabalhar melhor (confira as vagas e cursos no Caderno Empregos).

A área em maior destaque é a construção civil. Segundo o diretor-executivo do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio (Sinduscon-Rio), Antônio Carlos Mendes Gomes, apesar de o setor ter criado em média 20 mil vagas por ano no estado, o número de empregos permanece em torno de 220 mil, por conta da rotatividade. Mas os investimentos em torno da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016 devem acrescentar 100 mil de trabalhadores a esse contingente. “Há uma convergência para investimentos em grandes projetos na ordem de R$ 10 bilhões nos próximos anos. São obras que vão se somar às que ocorrem normalmente”, explica o diretor.

A Baixada Fluminense e a Zona Oeste prometem ganhar peso com a construção do Arco Rodoviário Metropolitano, a Companhia Siderúrgico do Atântico, o Porto do Açu e mais 20 empreendimentos. Só a ligação de Itaboraí ao Porto de Itaguaí deve gerar R$ 1,8 bilhão em renda. “Essas obras vão abrir portas para quem não está trabalhando e quer se qualificar. São chances para quem não quer ficar parado”, prevê Vinícius de Quadros, de 26 anos, aluno do curso de Encanador Predial promovido pela Petrobras em São Gonçalo.

Capacitação faz diferença ao concorrer

A demanda na construção civil é tão grande que chega a faltar profissionais especializados e quem tem experiência ganha destaque. “Operadores de equipamentos, que se preparam mais para exercer ofício, não são fáceis de encontrar”, explica Adriano Fernandes, gerente de engenharia da Carioca, que constrói parte do Arco Rodoviário Metropolitano. Ele observa que, nesse caso, salário depende da capacidade técnica.

Emanuel Vieira, de 62 anos, conhecido como Maranhão, de onde veio em 1965, está na empresa há cinco anos e já viajou para outros estados como mestre de obras. Ele atribui o cargo ao seu empenho e aposta no desenvolvimento que a obra levará à região.

“A rodovia vai trazer benefício à população. Terá mais transporte, mais comércio ”, aposta.

Portos, estradas e ferrovias atraem empresas e novas vagas

Além dos grandes eventos, os investimentos na infra-estrutura do estado trazem no seu rastro outros projetos. Portos, estradas e ferrovias atraem empresas e empregos. O gerente de Infra-Estrutura e Novos Investimentos da Firjan, Cristiano Prado, ressalta que a expansão abrange todas as regiões fluminense. A instituição calculou em R$ 126 bilhões os investimentos programados, mas admite que o número está defasado com as Olimpíadas.

“Não seria exagero dizer que o Rio é um dos lugares no mundo com maior índice de investimento por quilômetro quadrado”, diz. Ele alerta, porém, para a necessidade de capacitar mão de obra para evitar a importação de trabalhadores.

De olho na demanda por força de trabalho, a Petrobras investiu na formação de 30 mil pessoas até 2012. O calendário de cursos acompanha o cronograma das obras. “Estamos preparando a região para o empreendimento”, diz Jacy Miranda, coordenador do Centro de Treinamento do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, tocado pela Petrobras.

Na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), outra gigante a se instalar na Região Metropolitana, os cursos começaram em 2006. Há 1 mil empregos para quem fez o treinamento.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, afirma que, além da mão de obra, a infra-estrutura também precisa acompanhar o crescimento. “A infra-estrutura é o maior gargalo não só do Rio, mas também do Brasil”, diz o secretário, destacando o projeto de duplicação da BR-101, em andamento.

Para o secretário estadual de Obras e vice-governador Luiz Fernando Pezão, os investimentos vão melhorar a segurança e o trânsito, além da vida da população. “As pessoas vão perder menos tempo e movimentar a economia”, acredita. Ele conta que 20 empreendimentos já têm licença para se instalar ao redor do Arco Rodoviário, gerando empregos durante as obras e depois.

Julio Bueno espera mais investimentos. A região de Itaguaí, que se firma como polo da exploração do pré-sal, virou menina dos olhos dos empresários. Também estão em estudo projetos para o Porto do Açu, em São João da Barra, como a siderúrgica que seria construída pelo grupo chinês Wuhan Iron & Steel (Wisco). A expansão do metrô do Rio e a construção da Vila Olímpica, conjunto de 34 edifícios de 12 andares que custará R$ 738 milhões, também devem sair do papel.

“Todos os setores são beneficiados. A construção civil influencia direto o setor de serviços e o comércio. Esperamos até 500 mil novos empregos formais”, avalia João Carlos Gomes, coordenador do núcleo econômico da Fecomércio-RJ.

Antônio Miranda, que não tinha profissão, agora pensa em virar empresário: “Aprendi muito, não vou ficar esperando o Comperj ficar pronto”.

Pequenas acompanham o crescimento econômico

O investimento privado não fica só na conta das multinacionais e megaempreendimentos. As pequenas também apostam no estado, beneficiadas pela redução do ICMS e pela desburocratização tributária. Ao longo de 2009, cresceu a abertura de empresas e também o faturamento de pequenas e médias. A participação em rodadas de negócios e a busca por capacitação indicam que a iniciativa não é passageira e pode até reduzir a desigualdade social.

“O Rio está diante de quatro grandes oportunidades: a Olimpíadas, a Copa, o pré-sal e as obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). Esses projetos têm cadeias de terceirização com espaço para empresas menores”, diz Sergio Malta, superintendente do Sebrae RJ.

Malta destaca que empresas de pequeno e médio porte, grandes empregadoras, também devem ganhar mais peso na economia.Além da construção civil, o turismo também cresce. O Sebrae reforçou a oferta de capacitação para atender o setor. “O legado para o estado será a qualificação para antes, durante e depois dos eventos. É a redução da desigualdade de forma sustentável”, arrisca Malta.

Fonte: O Dia Online (Michel Alecrim e Tamara Menezes)

antiqSe você ainda tem aquele preconceito de que brechó ou antiquário só vende porcaria, coisas velhas e fora de moda, você esta muito enganado. É claro que ainda existem muitos brechós assim, mas isso já vem mudando há algum tempo.
Hoje, o brechó pode dar personalidade na sua decoração. Isso mesmo! Se você for ao brechó, certo. Você pode sair com algum objeto super transado e com um preço muito bom.
A moda Brechó é altamente diversificada, você pode achar peças antigas, clássicas, novas, diferentes, coloridas e bem modernas.

 
Amanda testando sua nova poltrona

Amanda testando sua nova poltrona

 Sabendo disso a Assistente Social Amanda Pangaio – 23anos, foi até a feira do Rio Antigo na Rua do Lavradio nesse fim de semana procurar uma poltrona para sua primeira casa “Como esse e meu primeiro apartamento tenho que economizar um pouco, e aqui é um bom lugar para comprar móveis usados, em ótimo estado e com um designer muito atual.”  Sabendo disso ela fez um bom negocio quando adquiriu essa poltrona que tinha visto em uma revista de decoração. 

Brechó revista

 

Mas, o mais interessante do brechó, é que nele não há padronização. O que você realmente encontra são coisas diferentes e exclusivas.
Os brechós estão no mundo inteiro, os decoradores sempre aderiram aos baixos preços e alta qualidade. Agora é a sua vez.

 

12

     1211

 Então, se você quer diversificar de vez em quando, vá a um brechó ou antiquário. É claro que você deve conhecer algum perto de você. Mesmo assim vai uma super dica. Sempre no primeiro sábado de cada mês na Rua do Lavradio tem a feira do Rio Antigo, os antiquários abrem as portas  e expõem suas mercadorias  nas calçadas e como a rua tem muitos restaurantes acaba sendo um ótimo passeio para toda a família em um sábado a tarde.

l2l1

06/11/2009

Banco elege o setor imobiliário como um dos principais para impulsionar seu crescimento nos próximos anos

O vice-presidente executivo do Bradesco, Domingos Abreu, afirmou nesta quinta-feira, 5, que o Bradesco deverá liberar ao menos R$ 6 bilhões em crédito imobiliário no ano que vem, considerando operações concedidas diretamente ao mutuário final como também aquelas destinadas à construção de unidades habitacionais. “Neste ano estamos fazendo R$ 1,3 bilhão por trimestre então fazer é possível fazer no mínimo R$ 1,5 bilhão a partir do ano que vem”, disse em teleconferência com analistas.
 
No segundo e terceiro trimestres de 2009, o Bradesco concedeu aproximadamente R$ 1,3 bilhão de crédito imobiliário. No entanto, o desempenho fraco dos primeiros três meses do ano faz com que o banco acumule uma originação (liberação de recursos para o setor) de apenas R$ 3,172 bilhões no ano, sendo que a meta até dezembro é chegar a R$ 4,5 bilhões.

O Bradesco elegeu a área de crédito imobiliário como uma das principais para impulsionar o crescimento do banco nos próximos anos. O departamento econômico da instituição financeira calcula que o setor imobiliário irá representar 11,7% do PIB em cinco anos. Hoje, essa participação não chega a 3%.

“Queremos aproveitar as melhores oportunidades nessa área”, disse o diretor presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, lembrando que nos últimos meses o banco deixou de exigir 17 documentos entre os necessários para a aprovação de financiamento imobiliário ao mutuário final.

No crescimento do crédito imobiliário, o Bradesco deverá manter o modelo atual, em que a análise de crédito é feita com base nas informações do cliente e não do imóvel.

Fonte: Estadão (Ana Paula Ribeiro)

casa-e-maoO momento está propício para os corretores de imóveis, profissionais responsáveis na intermediação do processo de compra e venda. A estabilidade econômica e o aumento na oferta de créditos para financiamento resultam em uma das melhores fases para o mercado imobiliário brasileiro. “O momento esta altamente aquecido”, afirma o diretor Marlei Junior.

A função é comissionada, sendo proporcional aos negócios fechados, em uma única transação pode receber até R$ 10 mil. A profissão é muito rentável para quem trabalha. A atividade é 95% de muito trabalho e 5% inspiração”.

O  mercado aquecido e as gordas remunerações,  fazem com que a profissão seja uma das mais procuradas e rentáveis nos dias de hoje.

Portanto, a Empresa Ética Imobiliária oferece ótima infra-estrutura aos novos profissionais que apostam na carreira autônoma, contam também com alta tecnologia, treinamentos focados para profissionais iniciantes na carreira e suporte de profissionais antigos.

Se você possui ensino médio completo,  tem perfil empreendedor , experiência com vendas e deseja ganhos ilimitados, cadastre seu currículo em: www.etica.com.br/trabalhe_conosco.asp

Venha fazer parte da nossa equipe de VENCEDORES!