Credito ImobiliarioDisponibilidade da Poupança para o Crédito Imobiliário.

*Celso Petrucci defende equilíbrio do crédito com fontes alternativas de recursos e securitização com lastro imobiliário.

A possibilidade de os recursos da caderneta de poupança destinados ao crédito imobiliário cumprirem a exigibilidade do governo daqui a dois ou três anos, conforme vem anunciado representantes da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), traz para o setor o risco de uma possível queda bruta desse funding.

A destinação de recursos para alimentar o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) cresceu de forma acelerada. Nos últimos oito anos, o montante saltou de R$ 1,77 bilhão, em 2002, para os atuais R$ 50 bilhões previstos pela Abecip até o mês de dezembro deste ano.

Se calcularmos um crescimento desse volume em torno de 10% a 20%, teremos o investimento de R$ 65 bilhões a R$ 80 bilhões até 2013. A partir de 2014, porém, poderemos ter de retornar aos patamares de 2007, quando foram destinados pouco mais de R$ 18 bilhões para a aquisição e a produção de novos imóveis. Isso porque os bancos privados passarão a investir somente o montante de retorno dos valores captados. Cabe lembrar aqui que a caderneta de poupança continua surpreendendo a todos tendo neste ano um incremento líquido nunca visto.

Essa queda pode gerar inúmeros impactos no mercado imobiliário, principalmente quanto ao volume de atendimentos com financiamento para a compra de imóveis, com juros e prazos adequados. Isto é o que podemos deduzir, visto que os parâmetros da economia em geral permitem estimar para os próximos anos um crescimento mínimo do PIB (Produto Interno Bruto) de 4,5% ao ano, e a quase certa manutenção do crescimento do mercado de crédito imobiliário.

Talvez isso não signifique aumento das taxas praticadas pelos agentes financeiros na concessão de crédito tanto à produção quanto à aquisição, mas poderão ser criados critérios mais rigorosos que os atuais na avaliação desses créditos. Por outro lado, é sabido que para os bancos as operações com garantia imobiliária são mais atrativas para incrementar seus ativos e, consequentemente, valorizar suas ações.

No Brasil, o crédito imobiliário precisa de estímulos constantes e permanentes, pois há um déficit habitacional a ser solucionado, além da necessidade de atender o crescimento vegetativo anual, estimado em mais de 1 milhão de domicílios.

Só temos duas fontes de recursos para o financiamento: a poupança e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e esse último já é responsável por atender aproximadamente 70% de todo o mercado, principalmente para famílias de mais baixa renda.

Agora se torna mais do que necessário intensificar os debates acerca de fontes alternativas de recursos para o setor imobiliário e estimular o mercado de securitização com lastro imobiliário, que ainda é muito pequeno. Atualmente, a oferta de títulos registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitidos como CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) é de menos de 1 bilhão – volume acumulado de janeiros de julho.

Deve-se lembrar, sempre, que a construção civil e imobiliárias sofrem com as oscilações e mudanças de regras e dependem de uma série de fatores para o seu sucesso.

Esse segmento exerce preponderante papel social e econômico para o País. Devemos manter o equilíbrio do crédito, pois sem dinheiro não há como produzir imóveis, gerar empregos e renda.
*Celso Petrucci é economista-chefe do Secovi-SP, diretor-executivo da vice-presidência de Incorporação Imobiliária do Sindicato e membro titular do Conselho Curador do FGTS.

Matéria:Portal ImovelWeb.

ConsorciosValor Médio de Saque por Imóvel é de R$ 16.645,62, Segundo a Caixa Economica Federal.

SÃO PAULO – Os saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortização ou liquidação de consórcio imobiliário atingiram R$ 28,8 milhões nos quatro meses que se seguiram a aprovação, em março deste ano, das novas regras para utilização da conta vinculada ao fundo na aquisição de imóveis. Segundo dados da Caixa Econômica Federal, no período foram realizadas 1.729 operações. O valor médio de saque por imóvel é de cerca de R$ 16.645,62.

O uso desses recursos para abatimento no valor da prestação, porém, foi menos expressivo, com 34 operações realizadas no mesmo período, somando R$ 210 mil, com valor médio de R$ 6.282,40.

Em 18 de março foram definidas as regras para trabalhadores titulares de conta no FGTS e cotistas de consórcio imobiliário usarem o saldo da conta vinculada para amortizar, liquidar e pagar parte dessas prestações. A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final do ano passado e regulamentada pela Caixa.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/

FinanciamentoBanestes volta a atuar em crédito imobiliário após jejum de 17 anos.

Banco capixaba contará com uma carteira inicial de R$ 200 milhões para imóveis de até R$ 500 mil.

RIO – Após 17 anos sem operar no crédito imobiliário, o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) volta ao segmento a partir des quarta-feira, 1º, com uma carteira inicial de R$ 200 milhões. O banco estatal capixaba poderá financiar até 70% de imóveis novos ou usados no valor de até R$ 500 mil, informou o governo do Espírito Santo. A expectativa é financiar cerca de 1,3 mil imóveis em um ano. As taxas de juros oferecidas variam entre 8,2% e 10,5% ao ano, com prazo máximo de 20 anos e condições especiais para servidores públicos.

Segundo o diretor comercial do banco, Ronaldo Hoffmann, o Banestes agilizará os trâmites para a aprovação do crédito em até 50 dias. Segundo o executivo, a volta do banco ao segmento imobiliário é uma forma de fidelizar os clientes, já que a demanda pelo crédito para a compra da casa própria está aumentando.

Com 155 agências, o Banestes está presente em todos os municípios capixabas. Nos últimos anos, o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), tentou vender o Banestes para o Banco do Brasil, mas desistiu sem sucesso na negociação.

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Por: Alexandre Rodrigues da Agência Estado.
Matéria:http://economia.estadao.com.br/noticias/

Carlos Moraes - Agência O Dia

Carlos Moraes - Agência O Dia

Casa Fácil, da Basimóvel, oferece 15 mil imóveis no Estado.

Unidades são pelo programa habitacional do Governo Federal. Juros baixos e financiamentos em até 30 anos.

Rio – A Basimóvel, do Grupo Brasil Brokers, acaba de lançar a marca  Casa Fácil, para atender com exclusividade os clientes do  programa habitacional do governo federal.

O novo canal de atendimento, no Recreio dos Bandeirantes,  oferece  15 mil imóveis no estado, com preços a partir de R$ 79 mil e financiamento em até 30 anos pela Caixa Econômica Federal.

As unidades podem ser encontradas em bairros como Campo Grande, Jacarepaguá, Cordovil e Barra da Tijuca. Segundo o diretor geral da Casa Fácil, Marcus Vinicius Pinto, a  imobiliária vai abrir  mais quatro lojas até dezembro,   nas zonas Norte e Oeste, Baixada Fluminense e Resende, no Sul Fluminense. “O nosso objetivo é facilitar a compra do imóvel. A equipe, com 220 consultores imobiliários, está preparada para atender este público. Ou seja, com renda de até R$ 4.900″, diz Marcus Vinicius.

No novo espaço,  os interessados na compra do primeiro imóvel serão informados sobre os benefícios do programa habitacional, que incluem descontos e prestações garantidas, em caso de desemprego.  O subsídio de até  R$ 23 mil vale para  trabalhadores com renda de até R$ 2.790. Quanto menor a renda, maior o abatimento no valor do imóvel.  Se o rendimento for de R$ 1.395, o bônus chegará a R$ 23 mil.

Os juros variam de 5% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Mas os trabalhadores com conta  vinculada do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) há pelo menos três anos vão contar com desconto de 0,5% na taxa. Isso significa que se o percentual for de 5% cairá para 4,5% ao ano. O programa permite que o imóvel seja financiado em até 100%. Nesse caso, o prazo de pagamento será em 20 anos.

O diretor geral da Casa Fácil ressalta que os empreendimentos ofertados contam com boa localização, lazer completo, segurança  e vaga de garagem.  “O condomínio Minha Praia, que comercializamos com exclusividade, fica na Barra da Tijuca. Comercializamos unidades de construtoras como a Rossi, AG Prima, Tenda, SIG, Aria Capital, RJZ Cyrela, MRV e Cury, entre outras”.

Temos também empreendimentos que se enquadram no  segmento econômico, mas estão fora do programa. Essas unidades custam acima de R$ 130 mil – limite  do ‘Minha Casa, Minha Vida’”, diz Marcus Vinicius. A Casa Fácil fica na Avenida das Américas, KM 19, Recreio dos Bandeirantes.

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Por: Cristiane Campos
Matéria: http://odia.terra.com.br/portal/imoveis/

Corretor de ImóveisÉ nesta sexta-feira, 27 de agosto, que se comemora, em todo o Brasil, o Dia do Corretor de Imóveis. Uma profissão que surgiu bem antes do que podemos imaginar, no século XX, quando as cidades ficaram mais desenvolvidas, e surgiu a comercialização de imóveis, por intermédio dos anúncios em jornal. Estes anúncios, que eram feitos pelos “agentes imobiliários”, ficaram constantes, até se transformar em um serviço profissional.

Historicamente, o nascimento da categoria ocorreu na década de 30, durante o governo de Getúlio Vargas, quando foram criadas as primeiras leis trabalhistas. Nos anos 40, os corretores já faziam parte de uma categoria organizada e reconhecida por toda a sociedade. Mas foi somente nos anos 80 que houve a solidificação e organização da profissão do Corretor de Imóveis em todo o Brasil.

Para o corretor de imóveis Alaílson Carvalho de Fraga, o Alaílson Corretor, da HQZ Empreendimentos, a presença de um corretor evita, sem dúvida, os aborrecimentos, tanto para os vendedores quanto para os compradores. “O que acontece é que muitas vezes, quando as pessoas não têm o acompanhamento de um profissional acabam tendo transtornos jurídicos e/ou financeiros, e até problemas com o imóvel que não estão em boas condições físicas”.

Além disso, é o corretor que avalia os sistemas de financiamento imobiliário, algo importante para facilitar a compra por interessados que não têm como adquirir o imóvel à vista. “Muitas pessoas, por exemplo, estão nos procurando para serem inseridas no programa do Governo Federal ‘Minha Casa, Minha Vida’, que concede bônus, de até 13 mil reais, para os que se encaixam nos requisitos do programa”, informou Alaílson Corretor.

Por: Daniela Domingos
Fonte:www.faxaju.com.br

Nossos VizinhosO Diálogo é a Melhor Solução para Conviver com Eles.

Os costumes de antigamente, como sentar-se com o vizinho à tarde ou nos fins de semana para trocar ideias, receitas ou simplesmente bater papo, definitivamente mudaram. Já é raro hoje conseguir tempo para cultivar boas relações com quem mora ao lado, algo comum até algumas décadas atrás. Qual foi a última vez, por exemplo, que você levou ao vizinho uma fatia do bolo recém-saído do forno?

Com muitos afazeres diários e pouco tempo de lazer, há o aumento do estresse, que leva a pessoa a chegar em casa, ir para baixo do chuveiro e relaxar. Por isso, as relações entre moradores de um mesmo andar, ou de uma mesma rua, acabam restringindo-se à solução de um problema. E, muitas vezes, não de uma forma gentil.

“Os vizinhos são quase como uma família que a gente não escolhe”, afirma a administradora Naiara Soares Pinto, de 27 anos, moradora de Chapecó (SC). E, como forma de conviver harmoniosamente com a vizinhança, ela usa tolerância, respeito ao próximo e receptividade. “Devemos ser educados, pois a recíproca será verdadeira”, indica.

Porém, nem sempre a paciência é a qualidade que mais impera na relação porta a porta. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) aponta que os problemas mais comuns na convivência envolvem basicamente quatro palavras que começam com a letra “c”: cachorro, carro, cano e criança – e, naturalmente, o desenrolar de todos os tumultos ocasionados por elas. E não é todo mundo que “tira de letra” e com bom humor situações que, frequentemente, tornam-se embaraçosas e fatigantes.

Na Justiça.

Alguns desses conflitos podem transformar-se em processo na Justiça e levar anos para serem julgados, observa Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP. Mas como evitar esses transtornos? O caminho é a conciliação, indica Márcio Chéde, coordenador da Câmara de Mediação do sindicato. “O índice de acordo para os casos que chegam à Câmara é de 95%”, afirma.

Ele considera que não existe um tipo de problema especialmente pior de resolver. “Os mais difíceis são os que demoram a ser levados a uma instância que possa promover esses acordos”, explica. Com a demora para a solução, geralmente há um desgaste entre os envolvidos e uma animosidade que impede o diálogo. “Condomínio é um local de convivência entre muitas pessoas, e o ser humano é imprevisível.”

Mais Diálogo e Educação.

Construir uma relação boa entre vizinhos exige, em geral, dois ingredientes básicos: diálogo e educação. É exatamente nisso que aposta a publicitária Amanda Bairos, de 23 anos. Ela mora com a família há 15 anos no mesmo prédio, em Santos (SP), e lembra que, desde criança, convive com “incômodos” criados pelos moradores.

Mas, em vez de fazer um “barraco”, ela prefere uma conversa direta, pessoalmente. “Quando não dá, procuro a administradora do prédio, que pode servir de intermediária.” A criatividade e a paciência podem ser outras alternativas para um convívio coletivo saudável. Amanda lembra um caso que ocorreu há algum tempo. O cachorrinho da vizinha fazia suas necessidades pelo corredor. “Colocamos bilhetes pelo prédio todo, dando avisos, e funcionou.”

Por situações como essa, Chéde, do Secovi-SP, alerta: é importante tentar acabar com o conflito logo no início. “Assim, você evita um clima de tensão entre os moradores.”

Fonte:www.portalvital.com

Reformas e Limpeza de Fachadas

Construtoras Vendem Imóveis com Facilidades Inclusas.

As construtoras inovam cada vez mais para conquistar novos clientes. A mais nova aposta do mercado imobiliário é contratar empresas de gestão de facilidades para agilizar e padronizar os serviços ligados a infraestrutura, como segurança, limpeza e portaria.

O serviço funciona assim: o condomínio contrata uma empresa de gestão de facilidades, com contratos cuja validade varia de 24 a 36 meses. Existe a possibilidade de renovação.

Por outro lado, o comprador leva com o imóvel uma espécie de selo que confere a prestação adequada dos serviços essenciais do prédio – o que valoriza o imóvel em uma possível negociação futura.

O pacote de facilidades inclui tudo o que está relacionado com o funcionamento correto do prédio e o que se oferece para a empresa (ou condomínio), explica o presidente da Abrafac (Associação Brasileira de Facilities), Francisco Abrantes, que esteve nesta terça-feira (24) na redação do R7.

- Você tem dentro de um prédio várias disciplinas: civil, hidráulica, elétrica, ar condicionado, entre outras. Isso tudo tem que estar adequado. Há serviços também relacionados àquela atividade: expedição, limpeza, segurança, arquivo morto, áreas de compras, restaurantes, lanchonete, recepção. Todas essas áreas fazem parte desse grande macro-sistema que é o facilities management [gestão de facilidades, em português]. A metodologia de gestão alavanca a qualidade e tende a tende a reduzir custos.

A prática, que é um apelo para ampliar as vendas, já dá resultados positivos. Esse setor já movimenta R$ 9 bilhões por ano no Brasil, segundo Abrantes. Ele explica que o preço desse pacote de serviços para condomínios residenciais ou comerciais varia de acordo com o padrão do empreendimento.

- Geralmente, a gestão se paga porque as economias geradas são grandes. Há muito desperdício de água, de energia elétrica, entre outros. Com uma gestão que olhe para esses subsistemas, com o uso adequado, isso tudo gera muita economia.

O objetivo do facilities management, que implanta o pacote de serviços nos condomínios, é reduzir os custos operacionais, sobretudo quando uma empresa contrata uma outra corporação para realizar o trabalho, resume Abrantes.

- O que a gente vem pregando é uma terceirização que vise a qualidade do serviço: a maximização, a otimização e a potencialização de todos os recursos internos. Ou seja, fazer mais com menos.

Matéria:R7
Fonte:http://noticias.r7.com/economia/noticias/

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LocaçãoLocações Novas de Imóveis Aumentam 10,9% em um ano, diz Secovi-SP

Aluguel em São Paulo sobe o dobro da inflação, Casas e Apartamentos de 1 quarto tiveram as maiores altas em julho, segundo o sindicato.

Os valores dos contratos de aluguel de imóveis novos subiram mais que o dobro da inflação entre agosto do ano passado e julho deste ano, devido aos reajustes constantes do IGP-M (índice Geral de Preços – Mercado) – indicador usado para calcular os preços. Enquanto a inflação neste ano está em 4,6%, os contratos de aluguel já acumulam alta de 10,89% nos últimos 12 meses (entre agosto de 2009 e julho de 2010).

Como o IGP-M tem aumentado devido à alta no preço do minério de ferro e alimentos, automaticamente tudo o que é atrelado a ele, como os contratos de aluguel, sobem também. Somente no mês passado, os aluguéis ficaram 0,8% mais caros, na comparação com junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (23) pelo Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo), divulgada nesta segunda-feira (23).

Casas e apartamentos de um dormitório foram os que ficaram mais caros no mês, com um aumento de 1,2%. O vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, Francisco Virgílio Crestana, avalia que como julho marca o início do segundo semestre e o começo de um novo período escolar, “essa alta deve ter sido influenciada também pela demanda dos estudantes por imóveis próximos das universidades”.

Já o aluguel das residências de dois quartos apresentou, em julho, alta de 0,8%, enquanto o preço do aluguel dos imóveis de três dormitórios ficou estável, na comparação com o mês anterior.

O tipo de garantia mais frequente nos contratos assinados no mês passado foi o fiador, que respondeu por metade das locações efetuadas. O depósito de até três meses de aluguel (ou caução) foi responsável por 30% dos contratos locatícios. O seguro-fiança apareceu, em julho, em um quinto dos imóveis locados.

As residências mais rapidamente alugadas foram as casas e os sobrados, que levaram de 12 a 27 dias para serem locados. Os apartamentos demoraram mais para serem ocupados: o período médio de espera foi de 17 e 36 dias em julho.

Redação: R7
Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/

Material de Construção

O ritmo de crescimento da indústria de material de construção já beira o nível pré-crise. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as vendas ficaram apenas 0,01% abaixo do registrado no mesmo período de 2008. A projeção da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção) é que o setor bata recorde ao atingir faturamento de R$ 112 bilhões.

Até julho, o avanço nas vendas internas de material foi de 18,10%. No mês passado, o resultado também atingiu alta de 9,43%. “A recuperação foi rápida. Iria levar mais tempo não fossem as ações do governo”, afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox.

O forte crescimento no período explica-se pelo resultado ruim do ano passado, cuja recuperação veio somente a partir do terceiro trimestre de 2009. A expectativa é encerrar o ano com aquecimento nas vendas de até 6,5% frente a 2008, que contabilizou movimentação de R$ 105 bilhões.

 

Básicos.

O desempenho na comercialização de materiais básicos superou o atingido pelos produtos de acabamento nos indicadores de faturamento entre janeiro e julho. Descontando a inflação, houve aumento de 19,28% frente a de 2009.

Fox explica que isso acontece porque a quantidade de obras sendo lançadas pelo mercado imobiliário é grande. “A tendência é que nos próximos dois anos a venda de material para acabamento esteja performando melhor.”

Por enquanto, a comercialização de itens para finalização de obra cresceu 15,77% nos primeiros sete meses deste ano. Devido ao intenso ritmo de crescimento, a previsão é que o segundo semestre tenha bons resultados. Normalmente, 55% das vendas concentram-se no segundo semestre e 45% na primeira metade do ano.

IPI

A redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), responsável por impulsionar o setor será tema de documento que as empresas integrantes da associação vão encaminhar ao governo em meados de setembro e outubro. “Pediremos a redução permanente do IPI e a desoneração de impostos como PIS e Cofins (Programa de Integração Social e Contribuição Para o Financiamento da Seguridade Social)”, diz Fox.
 

Capacidade utilizada do setor está elevada.

A capacidade utilizada da indústria de material de construção atingiu 87% em julho, segundo o presidente da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção), Melvyn Fox. “A situação é preocupante, pois as empresas estão neste estado há seis meses”, revela.

Para o executivo, o que alivia um pouco esta pressão é que no levantamento realizado pela entidade, 79% dos empresários sinalizaram interesse de investir na ampliação dos insumos no período de curto a médio prazo, ou seja, nos próximos 12 meses.

Na mesma época do ano passado, quando ainda havia sinais de crise no País, esse era o objetivo de apenas 43% dos empresários ouvidos pela Abramat.

Abastecimento.

Questionado sobre o perigo de desabastecimento, Fox ressalta que não há perspectiva de que falte material, assim como descarta qualquer pressão nos preços dos produtos.

“Um dos principais problemas do setor atualmente é em relação à mão de obra disponível.” Até julho estavam empregadas 650 mil pessoas, 11,7% a mais do que no ano passado.

Fonte: Diário do Grande ABC.
Materia: www.dgabc.com.br

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EcobuldingUm estudo publicado pela Universidade do Estado de Michigan (MSU) em julho deste ano revelou que pessoas que trabalham em prédios com certificado LEED apresentam menos problemas de saúde e estresse e maior produtividade. O professor da Yale School of Forestry & Environmental Studies, John Wargo, porém, defende que a pesquisa não condiz com a realidade.

Segundo o relatório, trabalhadores que mudam seu local de trabalho tradicional por um escritório dentro dos padrões do selo apresentam melhorias significativas de saúde, bem-estar e rendimento. Esses estudos preliminares indicam que os edifício verdes podem afetar positivamente a saúde pública, afirma a pesquisa.

Baseado em dois estudos de caso, o documento foi publicado pela American Journal of Public Health e revelou um aumento de produtividade de 2,6% nos trabalhadores estudados, o que representaria cerca de 40 horas a mais de trabalho por ano.Segundo o relado, houve ainda um incremento de 1.34 horas anuais de trabalho para os portadores de asma ou alergias, e 2.02 horas adicionais para os que reportaram depressão ou estresse.

O certificado LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é dado pelo U.S. Green Building Council e considera quesitos como eficiência energética, economia de água, redução das emissões de dióxido de carbono e qualidade interna do ar.

Opinião Oposta.

Apesar da afirmativa dos estudiosos, o professor e pesquisador da Yale School of Forestry & Environmental Studies, John Wargo, contesta os resultados da pesquisa. Em um artigo publicado no site Environment 360, ele afirma que os critérios utilizados pelo LEED para determinar a qualidade do ar ignora fatores relacionados à saúde humana, particularmente o uso de materiais de construção potencialmente tóxicos.

Segundo Wargo, tornar os edifícios herméticos ajuda a poupar energia, mas também impede a circulação dos produtos químicos usados nos materiais de construção. Ele lembra ainda que o item “qualidade interna do ar” só representa 6% da pontuação total do selo.

EcoMateriaisPolêmica sobre as Certificações.

O pesquisador ainda reforçou uma polêmica que questiona o poder de uma empresa privada de certificar construções em todo o mundo. “Esse fato aponta uma falha grave no programa: o trabalho de fixação de normas para novas construções, especialmente no que diz respeito a questões de saúde, não deve caber a uma organização privada que lucra com a venda de bens e serviços do setor da construção”, opina.

Wargo defende ainda que esses tipos de teste devem ser conduzidos por uma instituição independente, com a supervisão governamental.”Devido ao enorme interesse público em questões como saúde, eficiência energética e prédios verdes, e acima dos interesses financeiros da indústria da construção, nós precisamos de uma lei federal que controle a composição química do ar interno das construções”, afirma o pesquisador.

O Green Building Council, por sua vez, assumiu que a regra que regulamenta a qualidade interna do ar deve ser mais dura e que todas as normas são revistas periodicamente. Já os pesquisadores do MSU afirmaram que, como toda pesquisa, essa precisará de novos estudos no futuro.

Materia: EcoDesenvolvimento.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/
Imagens: fastcompany.com, greenspacencr.org , quadlock.com

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EcoConstruçãoGreen Building Made Easy:

Sustainable or green building practices promote the construction of buildings that are healthier for the occupants and healthier for the environment. They reduce the tremendous impact that building construction, operation, maintenance, and disposal have on both people and nature.

According to the U.S. Department of Energy’s Center for Sustainable Development, buildings consume 40-50% of the world’s total energy, 25% of its wood harvest and 16% of its water. The building industry is the nation’s largest manufacturing activity, representing more than 50% of the nation’s wealth.

A recent report by the Commission for Environmental Cooperation (CEC) promotes Green Building for the Biggest, Easiest Cuts in CO2 Emissions. Energy-saving technologies applied in buildings can result in enormous reductions in demand for fossil fuels and emissions of greenhouse gases.

LEED.

The U.S. Green Building Council (USGBC) established the Leadership in Energy and Environmental Design (LEED™) Rating System for many types of buildings. LEED evaluates environmental performance from a “whole building” perspective over a building’s life cycle (cradle-to-grave), providing a standard to measure and improve a buildings sustainability.

Quad-Lock is a member of the USGBC and has a LEED Accredited Professional (LEED-AP) on staff who can consult customers on LEED certification. For more information contact us.

For an industry snapshot, see Green Building by the Numbers (USGBC).

The LEED-NC 2009 rating system has six main credit categories:

Energy and Atmosphere
Sustainable Sites
Innovation & Design
Indoor Environmental Quality
Materials and Resources
Regional Priority
Within each category, points are awarded for meeting specific criteria. All points are totalled up to determine the level of LEED certification. Using Quad-Lock ICFs and concrete can achieve up to 45 LEED points. See LEED ‘09 for ICF

Regions requiring Leed:

Many regions and municipalities in the US and Canada now require LEED certifications for publicly-owned building projects:

At least 10 states have adopted LEED standards for new construction: AZ, CA, ME, MI, NJ, NY, OR, PA, WA, and VA.

Some of the municipalities are:

Atlanta, GA – Austin, TX – Berkeley, CA – Boston, MA – Boulder, CO – Calgary, AB – Chicago, IL – Dallas, TX – Houston, TX – Kansas City, MO – Los Angeles, CA – Portland, OR -San Diego, CA – San Francisco, CA – Scottsdale, AZ – Seattle, WA – Vancouver, BC – Victoria, BC.