Varandas EstilosCada vez Mais os Imóveis Valorizam essa Área.

Você já reparou que os novos empreendimentos imobiliários estão reservando áreas maiores para as varandas? O que antes era um anexo do apartamento – muitos até nem tinham – é considerado hoje parte indispensável do imóvel, principalmente nas cidades grandes. “As pessoas estão buscando mais qualidade de vida dentro de sua própria casa, já que elas, em geral, não têm tempo de curtir espaços ao ar livre com frequência”, explica a arquiteta Carla Dichy, da Carla Dichy Arquitetura, em São Paulo. Daí surge o conceito moderno de trazer o “verde” para dentro da residência, como ela mesma explica.

Várias construtoras estão empenhadas em valorizar este espaço. É por isso que empreendimentos como o M.O.R.E. e o Anauá, em São Paulo, ambos da construtora BKO, estão investindo nessa área como forma de atrair ainda mais moradores. O M.O.R.E. é a abreviação de Movimento Residencial Ecológico, cujo conceito foi criado em 2007, com o objetivo de trazer tudo o que se teria no quintal de casa para o apartamento. São 31 metros quadrados de varanda, que equivalem a 15% da área total do apartamento, de 196 metros quadrados.

Pelo elevador social já se chega à varanda, que tem um espaço reservado para animais de estimação, um desnível de terra para criação plantas, de horta e uma churrasqueira. Tudo conectado com a cozinha e a área de serviço. “Como lançamos o empreendimento em dois lugares que têm muitas residências, pensamos em atrair nossos compradores, oferecendo segurança e economia típicas de um condomínio, mais o conforto que você teria em uma casa, além de uma vista linda, que esses bairros proporcionam”, afirma a gerente de Incorporação, Elisa Rosenthal.

VarandasRessaltando a Natureza.

Foi pensando em priorizar a paisagem do último empreendimento com bosque privativo e vista para o Parque Burle Marx, que a BKO fez duas varandas para o empreendimento Anauá, no Panamby. A varanda social, que se integra à área de estar, tem 50 metros quadrados, e a gourmet, que faz ligação com a cozinha, 27 metros quadrados. O imóvel todo apresenta 440 metros quadrados de área construída. “Moramos em uma cidade com pouquíssimas opções de vista privilegiada, por isso, temos de ressaltar oportunidades como essas, criando mais valor agregado”, ressalta Elisa.

Algumas pessoas estão fechando essa parte do apartamento com vidros retráteis, para que a área seja acessível tanto no verão como no inverno. Por outro lado, segundo a arquiteta Carla, é um meio de trazer a área externa para o interior da casa, como se fosse um jardim de inverno ou uma extensão da sala de estar. Dessa forma, é preciso seguir os mesmos conceitos de decoração dessa área social. “Em dias frios, dá para assar uma carne com churrasqueira a gás e beber vinho contemplando a vista”, indica Carla.

Projetos e Varandas

 

Valorize sua Varanda.

Romântico, oriental, zen, moderno. Dá para aplicar qualquer estilo na varanda. Tudo depende do seu gosto, independentemente do espaço que ela tem. “Caso sejam muito estreitas dá para usarmos alternativas como vasos pendentes ou cilíndricos, como um meio vaso ou até mesmo uma pequena estante com vários suportes de temperos”, ressalta Abbud.

 

Dicas para Compor Diferentes tipos de Ambientes:

Zen: priorizando cores que passem tranquilidade, como verde e lilás, o ambiente pede materiais naturais como madeira, bambu, terra, vasos com plantas, tatames com futton e velas. “São basicamente elementos que remetem a conforto e natureza.”

Romântico: sofás com almofadas coloridas – de tecido impermeável por estar na área externa – e espreguiçadeiras compõem esse estilo. Se houver espaço, a arquiteta Carla Dichy, da Carla Dichy Arquitetura, indica fazer uma parede viva, ou seja, com vegetação como trepadeiras, além de pendurar vasinhos com ripsalis, que substituem as samambaias por serem mais resistentes. “Para completar, escolha um tapete que resista à área externa e que integre com a interna”, completa Carla.

Oriental: cadeiras rústicas ou troncos esculpidos em formato de banco, luminárias de papel arroz, tatames, pedras e plantas são os elementos principais de quem opta pelo conceito oriental.

Moderno: cadeiras com design arrojado, mesa com tampo de vidro e pés de alumínio indicam que você gosta mesmo é de ser moderno.

Quando escolher, apenas uma ressalva: não misture as influências para não poluir o ambiente. “Independentemente do tamanho dessa área, o importante é seguir um dos conceitos”, explica a arquiteta Carla Dichy.

Matéria:www.portalvital.com
Fotos: Divulgação.

Pequenos_EspaçosDecoração de Casas Pequenas.

A decoração de casas pequenas ou de casas com apenas uma divisão requer atenção ao mobiliário. Estas habitações têm um espaço limitado para colocar tudo o que em uma casa maior estaria distribuído em vários locais. Assim sendo, será necessário encontrar móveis funcionais e práticos. Um bom exemplo disso, é uma cama desdobrável e que possa encaixar no armário ou uma estante com escrivaninha.

Antes era necessário adquirir inúmeros móveis para várias funções, hoje em dia graças aos móveis multifuncionais, a decoração de casas pequenas ou apartamentos de um quarto ,por exemplo, tornou-se mais fácil e eficaz.

Não esqueça que precisamos dormir, sentar, comer, arrumar a roupa e os livros… tudo no mesmo espaço.

      Seguem algumas dicas para ajudar na decoração de casas pequenas:

  • Use e abuse de elementos modulares com dupla função, além de práticos são bastante eficientes
  • Uma cama desdobrável é essencial para ganhar espaço.
  • Utilize gavetas para arrumar os seus objetos e documentos, é muito mais prático do que prateleiras abertas.
  • Um móvel tipo escrivaninha é o suficiente para guardar papéis importantes e para trabalhar em casa.

Decoração Infantil

 

Decoração para o Quarto de Crianças.

Um quarto de criança ou quarto juvenil deve conter cores alegres. A decoração deve ser prática, com espaços para brincar e estudar, atenção especial ao mobiliário para guardar todos os brinquedos e livros.

 

 

Hall de EntradaDecoração do Hall de Entrada.

O hall de entrada pode revelar-se funcional, prático e até atraente quando bem aproveitado e decorado.

Normalmente, o hall de entrada é o local onde deixamos alguns dos nossos bens assim que chegamos em casa, casacos, malas, chaves do carro, óculos, etc. Além disso, o hall de entrada costuma ser a primeira imagem da nossa casa, logo terá que ser uma imagem acolhedora a quem nos visita.

 

Cozinhas PequenasDecoração de Cozinhas Pequenas.

Antes de começar a decorar você deve pensar na organização que quer dar a sua cozinha. Pense bem onde vai colocar os eletrodomésticos e onde disponibilizara os armários para arrumação. Tente manter a sua bancada livre, tudo aquilo que não utilizar tente doar ou acondicionar em sua arrumação.

Tente organizar a disposição das coisas conforme a sua utilização, ou seja, os utensílios que utiliza mais frequentemente devem estar num local de fácil acesso, enquanto aqueles que nem sempre precisa podem ficar um pouco mais escondidos.

Aposte em cozinhas “tablet”, mais concretamente em armários claros e que seja possível encaixar os eletrodomésticos dentro dos mesmos, permitindo assim ampliar o espaço da cozinha, dando assim a sensação de um espaço amplo.

Deverá optar também por decoração de utensílios de cor contrastante para dar maior destaque aquilo que é importante. Opte também por pintar os armários da mesma cor da parede, destacando apenas os puxadores para lhe dar um toque moderno.

Para dar maior sensação de espaço, que não existe, deverá apostar em iluminação natural com o máximo de janelas possível, e o apoio de iluminação artificial. Se for possível opte também por fazer a sua zona de refeição na sala de estar, dando assim um pouco mais de espaço à cozinha, mas caso isso não seja possível opte por soluções; tais como colocar a mesa presa na parede.

Opte também por fixação de pequenos utensílios na parede, dando assim um pouco mais de espaço dentro dos armários para aquilo que é realmente importante ou objetos de maior dimensão.

Lembre-se que uma decoração positiva é uma decoração que alia o bom gosto, organização e à funcionalidade, por isso além de tudo mantenha a sala organizada e funcional se possível.

BanheirosDicas para a Decoração de Banheiros.

Use uma cortina de plástico com um interessante cenário impresso no verso. Assim, ninguém poderá ver através do vidro permitindo que entre uma boa quantidade de luz no banheiro.

Coloque as toalhas enroladas dispostas em uma cesta elegante. Tenha um tapete antiderrapante na banheira com uma cor moderna e compre uma cortina de chuveiro combinando as peças.

Coloque plantas verdes no seu lavatório.

Insira alguns potpourris em uma tigela para manter o seu banheiro com um aroma sempre agradável.

Velas perfumadas dão um toque especial e criam um ambiente acolhedor. Se optar por velas de três cores insira as mesmas no canto da sua banheira. O lavatório também é um bom local para colocar as velas.

>> Veja aqui mais Dicas para Casa e Decoração.

Fonte: dicasdedecoração.com

CasaCor RJ 2010

 

 

 

DE VOLTA PARA O FUTURO,

CASA COR RIO, O MAIOR EVENTO DE DECORAÇÃO DA CIDADE, COMEMORA 20 ANOS EM PALACETE EMBLEMÁTICO

Preservar o passado com um olhar no futuro. Este é o mote da 20ª edição da Casa Cor Rio, realizada pela 3Plus, que de 3 de setembro a 13 de outubro de 2010 acontece em um casarão de estilo neoclássico de 1883, o Palacete Modesto Leal, em Laranjeiras. A edição mostra, em 61 espaços criados por 85 arquitetos, decoradores e paisagistas, o jeito carioca de morar, retratando as tendências de comportamento da família brasileira nos últimos 20 anos.

Considerado uma das últimas chácaras urbanas da cidade, o Palacete possui cerca de 4 mil m² de área construída, está cercado por 50 mil m² de Mata Atlântica. Tombado pelo Inepac (Instituto Estadual de Patrimônio Cultural), possui características arquitetônicas que remetem aos palácios europeus, como frontispícios, boiseries, pé-direito alto e pisos de parquet.

“O grande desafio dos arquitetos e decoradores será fazer interferências modernas em construções do século passado, em perfeita harmonia com o que está acontecendo no Rio: ao mesmo tempo em que restaura prédios históricos, abre espaço para a arquitetura de vanguarda”, diz Patrícia Mayer, uma das organizadoras do evento.

“Sintonizado com o movimento de revitalização do Rio, que se prepara para abrigar a Copa do Mundo e as Olimpíadas, a Casa Cor vai provar que imóveis antigos (em profusão na cidade) podem ser uma excelente alternativa de moradia, desde que adaptados às necessidades da vida moderna”, completa Patrícia Quentel, da 3 Plus.

Não vai faltar lazer este ano na Casa Cor. Espaços inéditos como uma Galeria de múltiplos de arte, o PicNic Lounge, a Pizza Bar, o Champanhe Bar (instalado no antigo viveiro) e o Restaurante (na antiga cocheira), além do “Caminho Lúcio Costa”, em homenagem aos 50 anos do arquiteto, prometem estender ainda mais a visita ao evento. E tem mais: no último dia do evento, grande parte dos móveis e acessórios expostos estará em Special Sale – com descontos imperdíveis.

DE VOLTA PARA O FUTURO

TENDÊNCIAS E LANÇAMENTOS MESCLAM TEMPO E ESPAÇO

Passado é mais do que presente. E o antigo virou moderno. A Casa Cor deste ano contrasta elementos neoclássicos, originais da casa, com projetos de vanguarda nos espaços de André Piva, Chicô Gouvêa, Erick Figueira de Mello, Solange Medina, Luiz Fernando Redó e Carlos Hansen, Geraldo e Lia Lamego, Paola Ribeiro e Maurício Nóbrega, entre outros… Sejam no contraste com móveis contemporâneos, na tecnologia de ponta ou nas soluções arrojadas de iluminação que valorizam sancas, boiseries, pés-direitos altos, janelões e pisos de parquet com marchetaria.

Como num túnel do tempo… Os anos 60, com suas pin-ups girls, são inspiração para o PicNic Lounge de Ricardo Mello e Rodrigo Passos. Claudia Pimenta e Patrícia Franco reproduziram o psicodelismo da década de 70. Já Jimmy Bastian Pinto voltou ao Império e trouxe estátuas portuguesas em faiança para seu Foyer. Alexandre Lobo e Fábio Cardoso recorreram ao Art Nouveau, enquanto Ivan Rezende, Mário Santos e Eliane Amarante preferiram utilizar o vocabulário Modernista de Lúcio Costa. E Bernardo Schor e Rogério Antunes voam para o futuro do presente na arquitetura desconstrutivista da israelense Zaha Hadid.

A TECNOLOGIA.

Esta prova que pode ser superada a cada dia. A “viagem” continua em clima de 2021, uma odisséia no espaço… Uma máquina de lavar sobe e desce como um varal, em um simples apertar de botão e a Lavanderia vira sala de estar. Sistemas touch-screen controlam quase toda a casa: o estoque da Despensa – que permite compras online; a ficha-técnica dos vinhos da Adega; o velho livro de receitas está em um Ipad acessível na Cozinha do Chef. Antenadíssimos, os avós agora não controlam mais a vida dos filhos e netos, mas sim as luzes, o ar e os alarmes!… Já as crianças interagem com os planetas do teto de seu quarto. E a governanta, a nova “secretária high-tech” da casa, comanda e centraliza o funcionamento do imóvel. Tudo obra da High End.

VIAJAR, CONTEMPLAR E REZAR!

Não só através do tempo… Vários espaços fazem alusões a viagens de culturas e locais diferentes. Mapas e mundos em profusão na Sala do Viajante de Erick Figueira de Mello, no Maleiro de Edgard Octavio e na Biblioteca de Chicô Gouvêa.

O Spa de Ivan Rezende, a Capela de Julinha Serrado e o Sushi de Fernanda Mancini e Anderson Macedo são locais de contemplação – e oração – com direito a banheiras de Patrícia Urquiola, a santos barrocos moldados em papel e Buda de pedra, respectivamente.

ESPELHO-MÁGICO.

Três surpresas se escondem nos espelhos em dois ambientes – na Chapelaria de Carlos Motta e no Jardim do Labirinto, de Maritza de Orleans e Bragança – onde o visitante é inserido na paisagem ao se olhar em espelhos. E no Jardim de Inverno, de Solange Medina, uma nova tecnologia permite esconder o LCD atrás do espelho – e a imagem só aparece quando o aparelho é ligado. Na Sala de Banho de Alexandre Lobo e Fábio Cardoso, dois espelhos grandes compõem o clima de boudoir e contrastam com o espelho original da casa da Suíte do Casal de Paola Ribeiro.

QUERIDOS, ESTIQUEI OS MÓVEIS!

Em clima de Alice no País das Maravilhas, sofás, mesas e até lustres são atrações gigantescas em muitos espaços. Cinco metros é o comprimento do sofá e 3,6 m2 o da mesa de centro do Alpendre de Maurício Nóbrega. No Lounge Gourmet de Luiz Fernando Grabowsky, a mesa mede cinco metros e o sofá idem. No Banheiro Público, um vaso gigante preto criado pelo designer holandês Marcel Wanders. E as estantes têm 2,40 m de altura na Sala do Viajante de Erick Figueira de Mello.

Gigantes, os lustres são as estrelas dos espaços de Andréa Chicharo (Luciana Martins), Ana Lúcia Jucá (de Charles Willians), Adriana e Gisele Falcão (Tom Dixon), Chicô Gouvêa (design do arquiteto). Em clima de Fantasma da Ópera, lustres de cristais balançam e cintilam nos espaços de Jimmy Bastian Pinto (Shade-Shade de Marcel Wanders), Marilene Galindo, Deborah Brauer e Cristine Paes, Lou Palhares, Caco Borges, Fernanda Scarambone e Paola Ribeiro, que customizou o seu com bolinhas de cerâmica e pingente de passanamaria. O pé direito é altíssimo. E em alguns casos chega a sete metros, como no Ateliê do Chocolate de Rogério Ribas e Rodrigo Barbosa. Mas a média geral é 4,5m, o que é bem superior ao 2,5m de nossos apartamentos.

OS CRIATIVOS.

É só colocar um pitada de humor e a casa nunca mais será a mesma! Na Cozinha do Chef, conchas penduradas viram porta-temperos, e garfos, porta-bilhetes; o lustre é feito de talheres; e os ponteiros do relógio são… um garfo e uma faca. Já no Quarto dos Filhos, os planetas pendem do teto e sua iluminação é controlada por Ipad; o tapete é a Lua; um astronauta pintado na parede emite sons de foguete e do homem andando na superfície lunar. Na Chapelaria:

Cabeças de Lampião, Chaplin e Zé Carioca servem como expositores dos chapéus e o visitante, ao final, “experimenta” um chapéu de barquinho de papel, ao se olhar em um espelho… Uma cadeira em forma de cogumelo confere ludicidade aos Banheiros Públicos de Cláudia Pimenta e Patrícia Franco, enquanto um sofá verde limão em formato de nó e a bicicleta pendurada na parede alegram o Quarto do Rapaz de Andréa Chicharo. Vale conferir a parede de garrafas iluminadas na pizzaria de Andréa Menezes e Franklin Iriarte.

OS BRUTOS E RÚSTICOS TAMBÉM AMAM A CASA.

Pedra, paredes descascadas, ferro enferrujado… Os materiais brutos e rústicos invadiram o Palacete. No cimento antigo do Solarium, no piso de barro da Sorveteria, nos bancos de madeira de java no jardim de Anna Luiza Rothier, no velho portão de ferro da antiga estrebaria que está no Bar de Tapas. O estuque nas paredes da Galeria, o “tecnocimento” (de última geração) na Sala de Banho. Aço enferrujado no teto do Living e nas torneiras do Jardim do Hóspede. Rústica é também a porta industrial presa com roldanas e tubos aparentes na Galeria de Arte de Renata Bartolomeu.

Já o CORIAN nosso de cada dia… Aos poucos vem substituindo o mármore, já que é moldável, inesgotável e ecologicamente correto. Ele está nas bancadas na Lavanderia (de Gisele e Adriana Falcão), na Sala de Banho (Alexandre Lobo e Fábio Cardoso), na Cozinha (Ana Lila Denton e A. Juarez Farias Jr.) e no Quarto do Rapaz (Andrea Chicharo). Mas também é o material da cuba da Cozinha, dos vasos do Recanto das Mangueiras (Anna Luiza Rothier), da estante da Sala de Almoço (Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge), do tampo do balcão do Sushi (Fernanda Mancini e Anderson Macedo), da prateleira e balcão da Loja Casa Cor (Flávio Hermolin), do aparador da Galeria de Arte (Renata Bartolomeu) e do balcão e da mesa da Joalheria (Milton Rocha) – além de ser usado em toda a cozinha do Apartamento do Hóspede (Claudia Bassaroto).

OS NOVOS ROMÂNTICOS.

Em clima de Relais et Chateaux, a arquiteta Márcia Muller resolveu instalar uma sala em pleno jardim, usando como pano de fundo a fachada da casa e o céu do Rio de Janeiro como teto. Um lugar delicioso para desfrutar a vida em clima de Great Gatsby. Solange Medina, Lou Palhares, Luiz Fernando Redó e Carlos Hansen, Geraldo Lamego e Lia Lamego, Paola Ribeiro e Erick Figueira de Mello prometem resgatar e revisitar o estilo clássico de morar caprichando nos mínimos detalhes, que ressaltam ainda mais as características neoclássicas do imóvel. Baús, penteadeiras, escrivaninhas e recamier de Arnaldo Danemberg e Lalla Bortollini garimpam preciosidades que prometem revelar as histórias dos donos da casa. GOLDEN WAY OF

LIFE…

Os espaços de Ana Lucia Jucá, Paola Ribeiro, Jairo de Sender, Redó e Hansen e Fernanda Scarambone ganharam toque de Midas.

ELES SÃO BONS DE PAPO.

E fizeram questão de ressaltar que seus espaços pretendem manter a família reunida em torno da boa e velha conversa na Family Kitchen, Family Room, Cozinha, Alpendre, Varanda e nos jardins.

VIVA OS JARDINS.

Deste ano, rodeados por árvores centenárias e 40 mil m² de Mata Atlântica! No Jardim do Labirinto de Maritza de Orleans e Bragança seguiremos a evolução das espécies. Duas enormes jabuticabeiras, de seis metros de altura, foram transplantadas no Jardim do Hóspede de Cláudio Pedalino e Suzy Barreto. Já no jardim de Guilherme Portugal e Priscilla Pedrosa, é como se fosse uma cachoeira de plantas… com a projeção de uma queda d´agua em cima de uma parede coberta de filodendros. O teto do pergolado do Recanto das Mangueiras de Anna Luiza Rothier foi todo trabalhado com bambu em forma de renda.

BEM TEMPERADAS, AS HORTAS BROTAM.

Em vários ambientes como na Cozinha do Chef de Déborah Wilcox e Beatriz Slaibi, no Jardim do Hóspede de Cláudio Pedalino e Suzy Barreto; na Despensa, de Fernanda Bessone e Raul Moras; na Cozinha de Ana Lila Denton e Juarez Farias.

PATCHWORK

De estilos, referências e materiais. Na poltrona de Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge. Nos tapetes de Diesel-Moroso de André Piva, de Joy Garrido e de Patrícia Valle e Adriana Carvalho. No mosaico de madeiras de reflorestamento de Flávio Hermolin. Na parede de pedras confeccionada por Luiz Fernando Grabowsky.

PARECE MAS NÃO É…

Olhe bem de pertinho porque nem tudo é o que parece: na Lavanderia, o piso é igual àqueles de ônibus – mas é um piso vinílico. No mesmo ambiente, um ebanizado reproduz madeira – assim como no Quarto do Rapaz. O Sushi previne escorregões com um piso emborrachado que imita madeira e outro que é idêntico a mármore. Na Family Kitchen, o teto em Tensoflex translúcido, com iluminação dimerizada, simula uma clarabóia. Uma parede de azulejos no Bar de Tapas na verdade é um papel, assim como uma cachoeira do Jardim na verdade é formada por filodendros. E na Biblioteca, os livros são cenográficos: têm as lombadas impressas em madeira.

PLOTAGEM PROVOCA UMA BELA IMPRESSÃO.

O tapete coberto por correntes de ouro na Sala de Jantar de Jairo de Sender. Na Biblioteca de Chicô Gouvêa, as imagens de livros, do Rio Antigo, de mapas e astrolábios; na Family Kitchen de Leonardo Pascual o papel de parede reproduz a natureza e provoca sensação de amplitude; e no Apartamento do Chef de Bernardo Schor e Rogério Antunes, a imagem escaneada do Museu do Louvre.

PAREDES CAMALEÔNICAS.

Novas tintas dão um toque diferente às paredes: textura lunar no Quarto dos Filhos, de Mariana Índio da Costa; de camurça na Joalheria e na Suíte da Governanta de Tatiana Lopes; de concreto nas portas dos sanitários do Banheiro Público, de Patrícia Franco e Cláudia Pimenta; e de cimento aparente nas paredes no Atelier do Chocolate. Todas Suvinil.

CASA-QUADRO.

Cada janelão é um quadro diferente na casa. Pensando nisso, muitos arquitetos valorizaram ainda mais as grandes janelas do casarão. Adriana Valle e Patrícia Carvalho emolduraram a natureza em sua varanda. Maurício Nóbrega fez o mesmo em seu Alpendre. Andréa Chicharo manteve os nichos laterais na cama para permitir a entrada de luz.

BRASÍLIA É (QUASE) AQUI.

Alusões ao arquiteto Lúcio Costa – e aos 50 anos de Brasília – estão no SPA de Ivan Rezende, em cerâmicas de Athos Bulcão, com desenhos humanos estilizados, aplicadas nas portas do aparador; no Caminho Lúcio Costa, uma trilha reproduz o Plano Piloto de Brasília, e cinco personalidades foram convidadas a criar interferências em poltronas, com o tema Brasília: 50 anos em 5. Para a Sorveteria, todos os móveis, acessórios e obras de arte foram escolhidos pela semelhança – ou lembrança – ao traço de Lúcio Costa. Já na Lavanderia, croquis e plantas do arquitetos foram estampadas em um painel.

COMIDA E DIVERSÃO: CASA COR É UM PROGRAMÃO

De pizzaria a Champanhe Bar, há comidinhas e bebidinhas para todos os gostos. Depois de percorrer 61 ambientes vale seguir para as antigas cocheiras – é lá que se encontram o Restaurante de Pedro Paranaguá, que terá cardápio com a grife Aquim, e o Bar de Tapas, projeto de Fernanda Pessoa de Queiroz, um ambiente alegre onde o visitante poderá degustar uma porção de tapas, tradicional aperitivo espanhol e que terá a assinatura do chef Écio Cordeiro de Mello.

Continuando a visita, o local de compras: a Loja Casa Cor (O Sol), de Flávio Hermolin, rústica e chique, vende peças artesanais da obra O Sol em barro, madeira e cipó; a Loja da Casa (Leonardo Magalhães Pinto), inspirada nas casas bucólicas da Toscana, abriga os móveis do antiquário de Lalla Bortollini; e a Joalheria de Milton Rocha, um projeto que valoriza a exposição das peças em um rasgo horizontal iluminado na parede. Cafés e espumantes acompanham a escolha da jóia.

A arte também tem vez nesse tour: ao lado da joalheria, a última parada é a Galeria de Arte assinada por Renata Bartolomeu, inspirada no ateliê do romeno Constantin Brancusi, em Paris.

Em exposição, peças que farão parte da Galeria Múltiplo Contemporâneo, pop-up store na Casa Cor: Ângelo Venosa, Ana Holck, Nuno Ramos e Fernanda Junqueira estão entre os artistas contemporâneos na mostra coletiva. O outro espaço de exposições fica dentro do casarão: a Galeria de Paula Neder e Alexandre Monteiro mostra peças do acervo do colecionador João Maurício de Araújo Pinho, como peças de mestre Vitalino e carrancas do São Francisco.

A variedade da gastronomia Casa Cor inclui o Sushi (Fernanda Mancini e Anderson Macedo), com delícias japonesas do Matsuki; o Champanhe Bar, espaço de Caco Borges com muita transparência e cristal – como as borbulhas Chandon, que será servido junto ao cardápio Aquim; ou os sorvetes Itália na Sorveteria de Patrícia Fiúza, um terraço que se integra aos jardins e cuja decoração faz alusão aos traços de Lúcio Costa.

Para tudo acabar em pizza, o último espaço do evento é o Pizza Bar de Franklin Iriarte e Andrea Menezes, uma extensão da pizzaria Hideaway – que está integrada ao evento – e se torna um lugar descontraído para celebrar o fim da viagem pelos ambientes da Casa Cor.

OS EVENTOS DENTRO DO EVENTO.

Não basta visitar os espaços gastronômicos e as lojas da área de lazer da Casa Cor. Outros eventos vão movimentar os dias e noites da mostra: A Galeria Múltiplo Contemporâneo promoverá um encontro entre o artista plástico Carlos Vergara e Luiz Camillo Osório, curador do MAM-RJ, no dia 15 de setembro, às 18h30. Eles falarão sobre a importância da difusão e multiplicação de novas coleções.

A JÓIA DA CASA.

A Joalheria da Casa Cor Rio 2010 vai ter jóia para todos os gostos e bolsos. Durante as cinco semanas do evento, a cada semana uma marca exclusiva apresenta suas criações. Nos dois últimos dias do evento, 11 e 12 de outubro, a exposição é coletiva e participa do Special Sale. O projeto é da 3Plus, assessorado por Anna Clara Hermann.

De 06/09 a 12/09: SP&Gioielli

De 13/09 a 19/09: Cookie Richers

De 20/09 a 26/09: Amsterdam Sauer

De 27/09 a 03/10: Lucien Finkelstein

De 04/09 a 10/10: Henriqueta Hermanny

De 11/10 e 12/10: Coletiva

Dia 13/10: Special Sale

JANTAR DOS CHEFS.

Na cozinha gourmet do Restaurante, todas as quartas-feiras, a partir de 20h30, um chef de destaque e responsável pela cozinha dos melhores restaurantes cariocas prepara um menu degustação para grupos de 40 pessoas.

Quem abre a agenda dos chefs é José Hugo Celidônio no dia 15/08, seguido de Flavia Quaresma, Pablo Vidal (Zazá Bistrô), e Danio Braga.

Confirme datas e horários no site. Reservas pelos telefones: (21) 3598-6220 / (21) 3598-6221.

A HISTÓRIA DO PALACETE MODESTO LEAL

Há um século, a beleza do Palacete Modesto Leal já encantava quem passava pela, então, bucólica Rua das Laranjeiras. Em 1908, chegou a ganhar as páginas de um vespertino carioca descrito como uma construção aristocrática que “reúne uma graça irrepreensível de linhas artísticas harmoniosíssimas”. Considerada uma das últimas chácaras urbanas da cidade – e das mais belas residências de Laranjeiras, talvez o último exemplar das casas de chácara do Vale do Rio Carioca –, a mansão foi comprada em 1892 pelo Conde João Leopoldo Modesto Leal – e é mantida por seus descentes até hoje.

A pedido do conde, de quem era amigo pessoal, o arquiteto italiano Antonio Januzzi reformou a casa imprimindo ao espaço um estilo neoclássico. Na época, um dos mais importantes projetistas e construtores do país, Januzzi (que assinou o projeto de reforma da Casa de Rui Barbosa e de tantos outros palacetes da cidade, boa parte na Avenida Rio Branco) deixou na bela mansão de Laranjeiras a sua marca como construtor, principalmente, na fachada, com seus três vãos em arco pleno ao centro e dois planos laterais.

Fazendeiro, ex-seminarista e banqueiro, Modesto Leal era considerado, no início do século XX, um dos homens mais ricos do país. Decorou pessoalmente o palacete com mobiliário e peças da belle époque francesa e telas do pintor Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo _ que também é autor da pintura do teto da sala principal. Na capela, que tem altar consagrado, colocou uma imagem de Pietá, uma escultura com mais de 300 anos.

Conde pela Santa Sé, ele faleceu em sua residência em 1936. Pelos salões do Palacete, que abrigava saraus concorridíssimos, passaram figuras proeminentes como o presidente Getúlio Vargas, o diplomata e mais tarde ministro do exterior Afrânio de Melo Franco e o autor da letra do Hino Nacional, Joaquim Osório de Duque Estrada.

Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e pelo município, o palacete de 18 cômodos ocupa um terreno de quase 50 mil m² (com cerca de 4 mil m² de área construída) com áreas intocadas da Mata Atlântica e vista deslumbrante para a praia de Botafogo e o Pão de Açúcar.

20 ANOS DE HISTÓRIA DA CASA COR RIO:

A EVOLUÇÃO DA DECORAÇÃO CARIOCA.

A Casa Cor Rio inaugurou a franquia de eventos no País. Impulsionado pelo sucesso da edição carioca, a Casa Cor é hoje o maior evento nacional de decoração e o segundo do mundo, depois da Feira de Milão. A mostra do Rio é a única, de qualquer gênero na cidade, que acontece ininterruptamente há 20 anos, e suas edições retrataram as últimas décadas de inovações, criatividade e do crescimento do mercado brasileiro de arquitetura e decoração.

Tudo começou em 1990, após uma visita ao evento argentino Casa Foa, inspiração para a criação da Casa Cor Rio. As empresárias Patrícia Mayer e Patrícia Quentel, que já tocavam a 3 Plus há três anos (promovendo eventos de decoração e arquitetura), convenceram as detentoras da marca em São Paulo a apostar numa versão com a descontração e o estilo carioca.

A edição deu origem às 17 franquias atuais, no Brasil e em países como Peru e Panamá, reiterando a vocação da cidade como caixa de ressonância de estilos e idéias, e é hoje a mais forte e badalada de todas.

INFORMAÇÕES:

Casa Cor© Rio 2010

Rua das Laranjeiras, 304 – Laranjeiras. Tels.: (21) 3598-6220/3598-6221

De 3 de setembro a 13 de outubro de 2010

Horário: 3ª a sáb., das 12h às 22h/dom, das 10h às 20h

Valor do Ingresso: 3ª a 6ª: R$ 30 – estudantes apresentando a carteira oficial e idosos acima de 60 anos pagam meia entrada.

Sáb., dom. e feriados: R$ 35 – estudantes apresentando carteira oficial e idosos acima de 60 anos pagam meia entrada

Manobristas no local: R$ 15

Serviço de transfer gratuito, do Rio Plaza Shopping (Rua General Severiano, 97 – Botafogo) à Casa Cor e vice-versa.

Horários: 13h30, 16h30 e 19h30 (saída do Rio Plaza); e 15h30, 18h30 e 22h (saída da Casa Cor)

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/clubedoassinante/

Casas em Jaú SPPrograma federal, que é uma das bandeiras eleitorais de Dilma, ajuda pouco as famílias com renda de até 3 salários mínimos.

Um dos programas mais usados pela candidata petista Dilma Rousseff como bandeira de suas realizações, o Minha Casa Minha Vida tem dificuldades em atender as famílias com renda de até três salários mínimos, faixa em que se concentram 90% do déficit habitacional do Brasil.

Dados da Caixa Econômica Federal mostram que, até 31 de julho deste ano, apenas 3.588 casas foram entregues a famílias com esse perfil. Para aquelas com renda entre três e dez salários, foram entregues 149 mil unidades. Das 604 mil unidades contratadas até essa data, 275 mil atingem a faixa mais baixa.

O vice-presidente de governo da Caixa, Jorge Hereda, admite que o programa não teve como foco principal, nessa primeira fase, as famílias de baixíssima renda. “A faixa de zero a três salários é importante, mas tem uma parcela significativa de famílias com 3, 4 e 5 salários mínimos que precisavam desse acesso também”, diz Hereda.

Segundo ele, o Minha Casa Minha Vida foi elaborado para resolver duas questões iniciais: a ampliação do mercado imobiliário e uma ausência quase completa de subsídios nesse setor. “Mais de 22 milhões de pessoas chegaram à classe C e há baixos índices de desemprego. Havia uma demanda para esse público que, antes, não passaria nem na porta de um empreendimento imobiliário.” Além disso, cerca de 50 mil famílias que recebem entre dois e três salários já conseguem se financiar, sem subsídio total.

Espaço. Um dos obstáculos encontrados para a construção de casas para a baixíssima renda, de acordo com Hereda, é o preço dos terrenos nas grandes cidades. Os críticos do programa creditam essa distorção ao fato de as empreiteiras escolherem os terrenos onde os projetos serão construídos. A Caixa nega. “A empreiteira não pega a terra que quer. Só aceitamos terras inseridas na malha urbana, com toda a infraestrutura garantida”, defende-se Hereda.

O rigor nesses critérios seria o motivo de, apesar de a Caixa ter recebido mais de 550 mil propostas de projetos para a faixa de zero a três salários, ter aprovado pouco mais da metade disso.

Ele argumenta que quem aprova os projetos nas cidades são as prefeituras e, em alguns casos, com licenças que devem ser dadas pelo Estado. “A questão da terra só vai se resolver quando as cidades abrirem espaço legal, não em favelas, para os pobres, aplicando o Estatuto da Cidade.”

Uma maior interação de ações nas esferas federal, estadual e municipal seria a saída para a destinação mais eficiente dos terrenos, que tenha como foco as classes mais baixas. Hereda reconhece que Estados e municípios começaram a ter maior participação no programa só recentemente, já que os primeiros empreendimentos foram contratados com empresas, que entregariam unidades mais rapidamente. “As parcerias estão aumentando. Foi um período de aprendizado, mas em São Paulo, por exemplo, temos ações conjuntas com o Estado e a prefeitura”, afirma.

Tempo de entrega. O vice-presidente da Caixa justifica o baixo número de imóveis entregues até aqui pelo programa, afirmando que ele está dentro de uma média razoável de tempo de construção das casas. “Uma casa não sai do nada. Para fazer casas em conjuntos habitacionais levamos de 12 a 24 meses. Vale lembrar que uma incorporação já durou 3 anos neste país.”

Em 2009, de acordo com Hereda, foram contratadas 275 mil unidades, mas o grosso das contratações foi em novembro e dezembro. “As entregas vão acontecer mais intensamente no fim deste ano e no ano que vem.”

É também para o ano que vem que está previsto o lançamento do Minha Casa Minha Vida 2, versão atualizada do programa, que deve fazer correções em alguns pontos criticados da primeira versão. O principal é aumentar a proporção de investimentos nos imóveis para a faixa de 0 a 3 salários mínimos, dos atuais 40% para 60%.

Por: Flávia Tavares – O Estado de S.Paulo.
Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/

Renovar DecoraçãoPequenas Mudanças dão um Ar de Casa Nova.

Está cansado de ver os móveis de sua casa do mesmo jeito naquele ambiente? É nessas horas que você pode até ter vontade de comprar tinta, pesquisar papel de parede ou sair buscando uma almofada nova. Mas antes de fazer isso, pare e olhe ao redor. Essa é a dica da arquiteta Priscila Baliú, da Franchini Baliú Arquitetura, em São Paulo. “É importante tomar essa iniciativa porque muita gente adquire novos móveis sem pensar que o cômodo pode estar desagradando justamente pelo excesso de mobília”, revela.

Mudar a disposição de alguns desses objetos ou eliminar alguns deles já dão outro ar à casa. Além disso, muitas pessoas “presenteiam-se” com vários artigos bonitos – até mesmo durante viagens –, mas que não ficam harmônicos quando estão no mesmo local. Então, pense bem antes de buscar novas alternativas para mudar o visual do seu lar.

Para Priscila, o grande diferencial na decoração está nos detalhes. “É preciso pensar nos pequenos objetos para compor”, defende. Colocar um espelho, um quadro, almofadas ou até pintar uma parede podem ser boas alternativas para quem enjoou da decoração. Se escolher esta última opção, cuidado: não é toda cor que fica legal com o resto da decoração.

Sofas Renovar“Pintar a parede sozinho é arriscado”, completa a arquiteta. Ela aconselha trabalhar as tonalidades em almofadas, quadros e souvenirs de viagens, que deixam aquele cômodo com a sua “cara”. Flores, tapetes, cortinas de tecido leve – como voal de linho ou microsseda – uma cadeira colorida ou até mesmo encapar ou reformar o seu sofá são ótimas opções para quebrar a monotonia de um ambiente, segundo Priscila.

Iluminação Consciente.

O grande destaque, na opinião de Priscila, é a iluminação. “Gosto de sugerir tons e tipos diferentes, para criar um clima mais intimista na casa”, conta.

Por isso, aposte em abajures e lustres, que ajudam a compor o novo look.

Alguns abajures, inclusive, contam com uma opção superversátil para quem se cansa rápido da mesma decoração: diferentes cúpulas. Assim, se você se cansou de uma, é só substituir por outra, que o cômodo ganha novos ares. Existem fabricantes que oferecem diferentes tecidos e estampas para esses objetos. É só escolher seus preferidos e reservar para quando quiser mudar.

E, em épocas de aquecimento global, que tal pensar no planeta ao fazer a nova decoração? Esta é a sugestão da designer de interiores Vania Pott de Moraes. Ela explica que uma parede escura pode lhe induzir a acender a luz elétrica mais cedo, por exemplo. Ela propõe aplicar cores mais claras, que favorecem a luminosidade da própria residência.

Assim, com pouco trabalho, pequenas intervenções e gastando menos do que se fosse reformar, você consegue transformar os seus ambientes e dar uma cara de casa nova.

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Fonte: Portal Vital
Fotos: Niels Andreas

Carpetes de LãTapetes e Carpetes na Decoração da sua Casa.

Há mais de 150 tipos deles, entre clássicos e contemporâneos.

Em muitas casas, do norte ao sul do país, é possível ver um tapete ou carpete cuidadosamente inserido na decoração da casa. Bonitos e charmosos, eles sempre tiveram espaço nas casas e escritórios, pois são ótimas opções para deixar um ambiente ainda mais acolhedor.

De quatro anos para cá, eles voltaram com tudo, principalmente os sintéticos e de fibras naturais, segundo informa Gustavo Mera, gerente de marketing da Santa Mônica Tapetes e Carpetes, em São Paulo. Fabricados em novos materiais, cores e tamanhos, cada vez deixam mais para trás a imagem de peças exclusivamente clássicas e, aos poucos, tornam-se mais acessíveis aos bolsos.

“Atualmente, existem mais de 150 tipos, divididos principalmente entre contemporâneos – podendo ser de fibras naturais ou sintéticas –, persas e orientais. Em cada classificação ainda há uma vasta lista de modelos”, esclarece o executivo.

É importante ainda saber a diferença entre eles: o carpete é fixado no rodapé e abrange toda a extensão da casa enquanto o tapete apresenta-se em diversos tamanhos e pode ser inserido embaixo de uma mesa, por exemplo, para incrementar decoração.

Tapete SintéticoOs famosos tapetes persas são confeccionados, em sua maioria, com lã. Podem também utilizar seda, além de pelos de cabra e de camelo e fios de algodão. São extremamente duráveis, com preços que podem variar entre R$ 100 a R$ 2 mil o metro quadrado. Não desbotam, mas pedem cuidados especiais, como limpeza com escovas macias.

De acordo com a arquiteta e urbanista Deise Soares, de Novo Hamburgo (RS), os tapetes sintéticos são os mais procurados, por terem preço variado – mais em conta também – e uma gama maior de cores, relevos e formatos. Com tantas opções, é importante ficar atento a algumas dicas para fazer a melhor compra.

A urbanista explica que se o objetivo é deixar o ambiente maior, deve-se optar por tapetes na mesma tonalidade dos móveis. Agora, se o destaque recair sobre a decoração, o ideal é usar peças claras.

Cuidado com as Alergias.

Outro fator a ser levado em conta na hora de planejar a compra desses itens de decoração é a saúde. “A poeira domiciliar é o principal fator desencadeante de rinite alérgica e até mesmo de asma”, alerta a médica Fátima Regina Abreu Alves, presidente da Sociedade Paulista de Otorrinolaringologia.

Não que seja “proibido” ter tapetes e carpetes em casa, caso você ou alguém tenha problemas respiratórios. A médica relembra que, nesses casos, é preciso uma higiene ambiental diária, de preferência com um bom aspirador de pó. “Deve-se também enviar o tapete para lavanderias específicas e submeter o carpete a uma lavagem especial, pelo menos a cada seis meses.”  Com os cuidados e as dicas em dia, você pode ter um ambiente aconchegante e livre das alergias.

Tapetes e DecoraçãoSujou o seu Carpete? Saiba Aqui como Tirar as Manchas e Limpar o seu Carpete.  

Veja aqui como remover manchas e não perder a peça que você tanto gosta.

Você convida os amigos para estrear a sala-de-estar com aquele tapete recém-comprado. Mas, de repente, alguém esbarra na taça de vinho e deixa a bebida cair. Nessas horas, o especialista Gustavo Mera, gerente de marketing da empresa Santa Mônica Tapetes e Carpetes, em São Paulo, dá uma dica: nada de desespero. Há várias técnicas para tirar marcas e manchas das peças, sem prejudicar as fibras naturais ou sintéticas. Vale lembrar que, no caso dos modelos persas e orientais, é recomendável procurar a ajuda de uma lavanderia especializada.

Café: com um pano limpo, passe detergente no local em que caiu o líquido. Enxugue com tecido absorvente e, após a absorção, passe gelo, até que toda a mancha seja removida.

Esmalte: passe acetona no local atingido e espere secar. Retire possíveis resíduos com um tecido absorvente e, com um pano limpo, borrife água com sabão neutro.

TapetesChocolate, balas e doces em geral: enxugue a região com tecido absorvente até que todos os resíduos sejam retirados. Aplique glicerina e, em seguida, solução que contenha uma colher de detergente em pó e uma colher de vinagre branco, diluídos em um litro de água morna. Não se esqueça de agitar bem a mistura até formar espuma, para aplicar no local da mancha.

Vinho: seque a região com tecido absorvente e, com um pano limpo, aplique uma solução composta por uma colher de sabão em pó e uma colher de vinagre branco, diluídos em um litro de água morna. Não se esqueça de agitar bem a mistura até formar espuma, para aplicar no local.

Tinta e verniz (a óleo): enxugue o local com um tecido absorvente. Passe, com um pano limpo, solvente limpador a seco e depois outro solvente, o thiner.

Urina de animais domésticos: usando um tecido absorvente, seque a região atingida. Depois, misture uma colher de detergente em pó e outra de vinagre branco, diluídos em um litro de água morna, agite bem e aplique no local.

Matéria:Portal Vital
Fotos: Divulgação.

Casa Cor Minas Gerais 2010

 

UM EVENTO PARA TODA FAMÍLIA!

Começa hoje a 16ª edição da mostra que  traz o tema “Sua Casa, Sua Vida Mais Sustentável e Feliz”

Inserida no calendário de eventos de Belo Horizonte, a Casa Cor Minas Gerais apresenta sua 16ª edição no Edifício ArcelorMittal, na Avenida João Pinheiro, 580, bem próximo à Praça da Liberdade. Entre os dias 24 de agosto e 05 de outubro. 

O maior evento de decoração do Estado promete, mais uma vez, surpreender e encantar o público, apresentando 58 projetos, que levarão a assinatura de mais de 70 profissionais, entre arquitetos, designers de interiores, decoradores e paisagistas.

Depois de criar o slogan “A Marca do Bom Gosto”, em 2009, e adotar a política da sustentabilidade, a Casa Cor confirma seu compromisso com o meio ambiente. Em 2010, o fio condutor de todos os seus eventos, incluindo as franquias nacionais e internacionais, será o tema “Sua Casa, Sua Vida Mais Sustentável e Feliz”, estimulando a mudança de atitude sobre essa questão que é determinante para o futuro de nosso planeta.

CASA COR MG 2010A localização do evento já é um grande diferencial. O desafio foi mostrar a capacidade dos profissionais de transformar um prédio comercial em um projeto audacioso, belo e inovador. “Com uma combinação de criatividade e ousadia, provamos que é possível criar ambientes originais, confortáveis, funcionais e de bom gosto”, destaca Ernesto Lolato, um dos organizadores da Casa Cor Minas.

O prédio tem uma área estruturada de prefiro 3,2 mil metros quadrados e é de fácil acesso para os visitantes. É uma verdadeira vitrine, visto que se encontra próximo à Praça da Liberdade, cartão postal da capital mineira. “Nossa cidade é berço de grandes nomes do design nacional, nossa média de qualidade é muito alta e historicamente ganhamos muitos prêmios e concursos”, afirma João Grillo, também organizador do evento.

A diversidade de temas reunidos num só lugar, as últimas tendências e lançamentos pensados pelos melhores arquitetos, designers, decoradores e paisagistas do Estado, além de espaços que priorizam a qualidade de vida, transformam o evento em um ótimo programa para toda família. Consequentemente, a Casa Cor é uma ótima oportunidade de gerar novos negócios. “A Casa Cor já faz parte do calendário do mineiro, por isso, queremos que eles se sintam em casa e se identifiquem com o que encontrarem por lá”, acrescenta Grillo.

Presente na Biografia de Minas.

CASA COR MINAS GERAIS

A Casa Cor Minas Gerais também contribui com referências importantes na biografia da capital mineira. O evento, além de lançar novidades, estilos e tendências, alcança grande repercussão junto ao público por já ter sido realizado várias vezes em endereços que eram ou que se transformaram em locais simbólicos para a cidade.

A edição de estreia, em 1995, foi na primeira construção feita para receber a comissão construtora da nova capital. O casarão da Avenida João Pinheiro, após a realização do evento, se transformou no Arquivo Público Mineiro. Outras sete mostras foram apresentadas em imóveis tombados pelo patrimônio histórico. Entre elas, a memorável edição de 2000, na Casa do Conde de Santa Marinha, que teve visitação recorde no evento. As três edições realizadas na Pampulha – em 1999, 2002 e 2009 – também fizeram história com charme especial e grande público interessado nas novidades.

A Casa Cor Minas Gerais já passou pelos bairros Centro (1995), Floresta (1996 e 2000), Santo Agostinho (1997), Funcionários (1998 e 2001), Pampulha (1999, 2002 e 2009), Lourdes (2003), Carmo Sion (2004), Savassi (2006) e Cidade Jardim (2007), além do Condomínio Alphaville (2005) e da Lagoa dos Ingleses (2008), em Nova Lima (MG).

Parceiros.

A Casa Cor Minas Gerais conta com o patrocínio master da Deca, patrocínio nacional da Suvinil e da Todeschini e patrocínio local da ArcelorMittal, da Luxaflex, da Patrimar, da Artwork Digital, da Fiat Automóveis, da Universidade Fumec e da Rede Globo. Entre os apoios nacionais estão Stella Artois e Caixa Econômica Federal e o apoio local fica por conta da Lider Interiores, da Net, da Deck Home, da Detronic e da Top Móveis. A Sustentax e a Green Building respondem pelo apoio institucional e a revista Casa Cláudia e o jornal Estado de Minas pela mídia partner. Haverá uma participação especial da Sony e o Hospital da Baleia participará como entidade benemérita. Sebrae, Califórnia Coffe, EVViva Bertolini e MAPFRE completam a lista de parceiros.

Casa Cor Minas Gerais 2010.

Local: Avenida João Pinheiro, 580 – antiga sede da ArcelorMittal – Belo Horizonte – MG

Período: de 24 de agosto até 05 de outubro

Horário: De terça a sexta: 14h às 22h

Sábado: 13h às 22h / Domingo: 12h às 19h

Preço: R$ 36,00 (idosos e estudantes pagam meia)

Informações: www.casacorminas.com.br

Tel: (31) 3286-4587

Por:Juliana Morato.
Link Comunicação Empresarial.

Morar Mais Por MenosA mostra “Morar mais por menos”, que vai até o dia 19 de setembro na sede da Pequena Cruzada, na Lagoa, apresenta 75 ambientes de arquitetos, decoradores e paisagistas. Como o foco da mostra é provar que decorar pode não custar caro e que a sustentabilidade é viável, nada melhor para expressar o conceito do que o  “Quarto da Moça” criado por Renata Velloso e Felipe Caetano.

O destaque do ambiente fica por conta da utilização de móveis ecologicamente corretos, que podem ser comprados pela internet no site Meu Móvel de Madeira.

Com soluções simples e criativas, os arquitetos ensinam que não é preciso ser um profissional do ramo para criar ambientes bonitos, práticos e baratos.

- O conceito da sustentabilidade aliado à criatividade resulta na principal arma para combatermos o desperdício. Neste espaço, por exemplo, outra cor para a parede, um novo tampo para a escrivaninha ou um reposicionamento dos móveis podem mudar completamente o ambiente, sem descartar o mobiliário – afirmam os arquitetos.

Somados, os móveis da Meu Móvel de Madeira utilizados no “Quarto da Moça” neutralizaram cerca de 310kg de carbono. Ou seja, eles retiraram da atmosfera a quantidade de carbono emitida por um carro popular ao percorrer 5,5 mil quilômetros (pouco mais do que a distância entre o Rio e Boa Vista, capital de Roraima).

Serviços:

Morar Mais Por Menos.
 
Horário: de terça a domingo das 12h às 21h
Local: Avenida Epitácio Pessoa 4.866, Lagoa
Ingressos: R$ 20 (de treça a sexta) e R$ 25 (sábado, domingo e feriados)
Telefone para informações: (21) 2512-2412

Meu Móvel de Madeira.
www.meumoveldemadeira.com.br

>> Orçamentos Online para Decoração e Arquitetura.

Por Maria Clara Serra.
Fonte: http://extra.globo.com/economia/casapropria/

Cinemascope Philips LCD TV

Cinemascope Philips LCD TV

Preço, qualidade e economia de energia elétrica são pontos importantes a considerar! saiba mais lendo a matéria.

A administradora Dayse Silva comprou recentemente um modelo de TV de LCD. Ela estava de olho no produto havia um mês. Um dia, deparou-se com uma promoção e resolveu aproveitar a oportunidade. “Fui motivada pela tecnologia. Ela é Full HD, tem entrada USB e muitas outras coisas que me atraíram”, afirma a carioca. Assim como o televisor, outros aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos não são bens que adquirimos todos os dias. Para ajudar a fazer uma ótima compra, preparamos um pequeno guia especialmente para você:

• Quando for comprar esses itens, saiba exatamente o que quer adquirir: as fabricantes inundam o mercado com uma grande variedade de produtos para cada segmento. Então, é preciso saber qual produto se encaixa melhor às suas necessidades e tem as funções de que você precisa. Nem sempre aquela geladeira linda vai caber no espaço da cozinha destinado a ela.

• Pesquise bastante. A diretora de vendas Jaqueline Feital, da Ricardo Eletro, em São Paulo, faz a seguinte comparação entre as grandes redes de eletrodomésticos: “Loja bonita e bom atendimento não passam de obrigações do fabricante. O preço é que faz a diferença para o consumidor”. Uma dica é começar pesquisando na Internet. Lá, é possível obter informações mais técnicas sobre cada produto. Em alguns casos, os preços nos sites das redes de varejo chegam a ser menores do que nas lojas em até 30%.

• Espere as promoções. Segundo o gerente comercial de telefonia Flávio Fernandes, do Grupo Pão de Açúcar, essa dica pode parecer meio óbvia, mas realmente faz diferença, já que possibilita condições especiais de pagamento e preços mais baixos.

• Os produtos top de linha geralmente incorporam as mais novas tecnologias e as tendências da época. “As geladeiras já foram amarelas, azuis e vermelhas. Depois, a moda passou a  destacar o branco. Hoje, a tendência é que elas e os outros eletrodomésticos da cozinha sejam cromados”, exemplifica Jaqueline. Mas, uma vez fora das tendências, seus preços caem. Para alguns segmentos, como o de celulares, a incorporação de tecnologias é constante, e novas “gerações” surgem a todo instante, fazendo com que o preço mude rápido. Para outros, nem tanto. Por isso, se você não faz questão de estar o tempo todo na moda, espere para adquirir aquele eletrodoméstico com custos mais acessíveis.

• A preocupação com o meio ambiente deve ser levada em consideração na hora da compra. O professor Marco Antônio Saidel, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), que trabalha com eficiência de energia, dá um alerta: para se certificar que o aparelho não cause gastos de eletricidade desnecessários, procure o selo Procel, que fica fixado em pontos evidentes do produto. “Dê preferência aos itens listados na categoria A, que são os mais eficientes no que diz respeito ao consumo consciente. Em geral, eles são mais caros exatamente por causa desse diferencial. Porém, você pode economizar ao longo do tempo, gastando menos energia”, ressalta.

• Ao fechar um negócio, esteja atento às condições de pagamento. A opção à vista é mais interessante porque, em geral, você se livra dos juros do financiamento. No entanto, há lojas que já embutem os juros, porque, para elas, é mais vantajosa essa prática. Pelo Código de Defesa do Consumidor, você tem direito de obter até 10% de desconto em pagamentos feitos à vista. Porém, para aqueles que não podem dispor do dinheiro necessário de uma vez, os financiamentos são sempre bem-vindos.

Matéria: http://www.portalvital.com

DecoraçãoClasse C Contrata Decoradores.

Profissionais que lidam com design de ambientes conquistaram clientes que têm renda menor. Custo do projeto pode ser calculado por ambiente ou por metro quadrado.

Até há pouco tempo, contratar um decorador era luxo exclusivo das classes de maior renda. Mas de cinco anos para cá, a classe C descobriu as vantagens de contar com o serviço especializado na hora de escolher móveis e adornos. É o que garantem os profissionais da área. Roseli Tupinambá é designer de interiores e vive com a agenda cheia. “Eu percebo que o perfil vem mudando desde 2005. Hoje, grande parte dos meus clientes é de casais, principalmente do bairro Castelo, que é onde moro.

O bairro é novo, está em crescimento, e as pessoas de todas as classes têm procurado o meu trabalho”, conta. Segundo Roseli, a maioria dos clientes tem dúvidas sobre iluminação, cor de paredes, tapetes e adornos. “Eles não querem decidir sozinhos sobre um detalhe que, com o tempo, pode se tornar cansativo.

Então, preferem investir no projeto que vai adequar móveis e objetos ao perfil dos moradores da casa”, explica.

Cecília Rabelo, 32, morava com o marido em um apartamento de dois quartos com 55 metros quadrados. Com intenção de ver a família crescer, a fonoaudióloga se mudou para um apartamento maior, com três quartos, suíte, varanda e dependência completa de empregada. O problema foi encher os novos 120 metros quadrados de móveis. Com a ajuda de uma decoradora, ela conseguiu aproveitar os que já tinha e fez uma boa economia. “Eu aproveitei minhas cadeiras e comprei só a mesa de jantar maior.

Com os pés e o vidro da minha antiga, fiz um aparador. Aproveitei meus pufes e só mandei encapar com um tecido mais moderno. O restante dos móveis tive que comprar mesmo. Mas consegui economizar pelo menos R$ 5.000 com as adaptações graças às ideias da decoradora”, diz.

De acordo com a tabela da categoria, o valor do projeto pode ser fixado por metro quadrado ou por ambiente. No caso de um apartamento de dois quartos, o preço gira em torno de R$ 3.500 e, com o aumento da demanda, também houve reajuste dos valores.

 ”Além da grande procura, o trabalho do decorador ficou mais minucioso, encarecendo o projeto. Hoje, o cliente chega a gastar de 15% a 20% do valor do imóvel com o projeto e a decoração”, garante a decoradora Ana Paula Paolinelli. Segundo ela, os produtos sustentáveis, como a madeira de reflorestamento com acabamento de lâmina sintética, estão cada vez mais acessíveis para os clientes com orçamento limitado.

Tendências. Ana Paula explica que a tendência atual da decoração é voltada para os tons naturais, variáveis do marrom. Além disso, valorizar os espaços é fundamental, uma vez que os apartamentos para a classe média estão cada vez menores. “Devemos priorizar a forma de utilização dos espaços. Com o trabalho do decorador, é possível reduzir custos aproveitando todos os nichos”, revela.

Outro detalhe importante é a iluminação. Roseli Tupinambá lembra que uma simples luz pode modificar o ambiente. “Existe toda uma harmonização entre a luz, os objetos e as cores dos móveis e estofados. O trabalho é minucioso, mas agrega muito valor”, garante.

Por: Aline Labbate.
Fonte:www.otempo.com.br

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